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A greve dos professores e servidores municipais que já entra em seu 14° dia de paralisação já é uma das mais combativas dos últimos dez anos. Os servidores mobilizados contra o PL que quer impor o aumento nos descontos previdenciários de 11% para até 19% foi o estopim para que a categoria, que já arca com o abusivo desconto mensal de 27% para o imposto de renda, entrasse em luta contra o governo João Doria e a bancada de vereadores patronais e pró governo.

Os servidores, além de encurrala-los em grandes atos no centro da capital paulista, têm feito uma greve como há muito não se via, chegando a reunir mais de 100 mil servidores como na semana anterior, um dia após o bombardeio da PM e GCM. Mas outro fato que chama a atenção são as inúmeras mobilizações regionais em todas as regiões da cidade. Os atos são variados, desde a mobilização de professores em pequenos grupos nos faróis da cidade, onde conversam com a população, pedestres e motoristas, passando por atos com passeatas por avenidas da cidade, chegando até as casas e currais eleitorais de vereadores que deram sinais de votar contra os professores.

Atos aconteceram em São Miguel Paulista, Butantã, São Mateus, Vila Prudente, Aricanduva, Tatuapé, Santana entre outros.

Um exemplo marcante foi a mobilização na região da vereadora Edir Salles do PDT, que na Comissão de Constituição e justiça havia votado contra os servidores. Após um grande ato em sua região chegando até o seu comitê eleitoral, a vereadora veio de público dizer que votará Não à reforma da previdência municipal passando para o lado dos servidores. Assim também ocorreu com o vereador de direita Masataka Ota do PSB, que declarou seu voto contra a proposta fascista de Dória.

Nos tempos de golpe de Estado em que chamamos os trabalhadores a se mobilizarem contra o movimento fascista em geral e às perseguições a Lula, ao assassinato de Marielle Franco, se levantando contra o estrato mais reacionário da sociedade, a greve dos profissionais em educação do município de São Paulo é um forte exemplo de luta.

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