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No sábado de carnaval, a PM fascista de São Paulo efetuou uma abordagem em um prédio no município da Capital. Ao apreender em mandato Oziel Gomes da Silva acusado por tráfico de drogas , a polícia revistou o andar de cima e entrou no apartamento em que Jéssica Monteiro estava. A polícia encontrou supostamente 90 gramas de maconha e a enquadrou como traficante e a levou para o 80° Distrito Policial de São Paulo.

Jéssica estava grávida de 9 meses e afirmou que a droga não era dela, que não era usuária nem traficante, Jéssica também não tinha passagem nem antecedentes criminais, mesmo assim foi levada para o departamento, quando começou a entrar em trabalho de parto e, no dia seguinte, tive seu filho no hospital, sendo poucas horas depois levada para a penitenciária feminina de Santana.

Jéssica, de acordo com o penal teria direito em responder em liberdade provisória ou aguardar em prisão domiciliar por ser réu-primária, estar grávida e ter tido filho, além de não ter sido provado cabalmente ser portadora da droga e traficante.

O fato evidencia uma vez mais que o golpe de Estado veio para violar os direitos humanos, principalmente das mulheres, negros e pobres; contando para isso com a tradicional brutalidade da polícia e com a ditadura do judiciário, altamente anti-povo, burguês, golpista e contra as mulheres da classe trabalhadora do país.

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