“Grande surpresa”: França é campeã da Copa do Mundo

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A Copa do Mundo de 2018 chegou ao fim. A França, que desde o início era considerada como uma das favoritas pela imprensa burguesa, venceu a final contra a Croácia e faturou o título de campeã mundial. No entanto, apesar do placar relativamente tranquilo de 4 x 2, o imperialismo não conseguiu esconder a roubalheira que foi o evento esportivo mais popular do mundo.

A seleção francesa não é a melhor do mundo. Sequer joga melhor futebol que a equipe croata. A França não tem nenhum jogador de destaque, e o único que é apontado como craque é um garoto chamado Mbappé, que poderia até conseguir alguma medalha no atletismo, com um preparo físico acima da média.

A Croácia, por sua vez, embora não tenha nem de longe a qualidade do futebol brasileiro, já demonstrou ser uma equipe superior às seleções imperialistas. Enquanto a Alemanha foi eliminada e Espanha e Portugal sofreram para passsar para a segunda fase, a Croácia foi líder de seu grupo. Nas semifinais, dominou o jogo e eliminou a seleção da Inglaterra, que era uma das grandes apostas do imperialismo.

Após a vitória sobre a Inglaterra, a Croácia passou a ser tão ameaçadora que a imprensa burguesa lhe dedicou especial atenção. A Croácia, um pequeno país europeu, esmagado por seus vizinhos, começou a ser chamado de fascista, inclusive por setores da esquerda.

A final chegou e a seleção croata demonstrou saber muito mais de futebol do que os franceses. No entanto, o imperialismo não estava disposto a entregar o título. Com o uso do árbitro de vídeo (VAR), que é uma invenção do imperialismo para garantir resultados favoráveis, a França conseguiu marcar dois gols no primeiro tempo. A Croácia ainda lutou bravamente em campo, mas a pressão do imperialismo e a roubalheira descarada tiveram êxito: França e VAR 4 x 2 Croácia.

A manipulação foi tão escancarada que a FIFA se sentiu na obrigação de dar o prêmio de melhor jogador da Copa do Mundo a um croata. Além disso, Mbappé, que foi cultivado pela imprensa para ser o craque da Copa, jogou tão mal que foi necessário “criar” um prêmio só para ele: o prêmio de melhor jogador jovem.

Conforme ficou claro desde o início da Copa, as coisas estavam arranjadas para que a França se sagrasse campeã. Mais uma fraude imperialista que, como é tradicional na história das copas, irá usar a vitória como um trunfo de sustentação do regime político europeu de conjunto.