Venezuela
Bolivarianos reagem à sabotagem americana expropriando operadora DirecTV, que tinha cessado suas atividades na Venezuela. Governo busca maneira de manter serviço ao povo
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In this handout photo released by the Miraflores Presidential Press Office, Venezuela's President Nicolas Maduro flashes a V for Victory hand gesture after arriving at the Fort Tiuna military base in Caracas, Venezuela, Wednesday, Jan. 30, 2019. Since opposition leader Juan Guaido declared himself interim president last week with the support of the U.S. and other nations, Maduro has appeared almost daily on state TV with his military, projecting an image of invincibility even as international pressure against him builds. (Marcelo Garcia/Miraflores Presidential Press Office via AP)
Foto: Marcelo Garcia/Miraflores Presidential Press Office via AP |

Nem a pandemia tira o ímpeto dos capitalistas em atacar a Venezuela e o governo bolivariano de Nicolás Maduro. Desta vez, a AT&T suspendeu os serviços da sua operadora de TV a cabo, DirecTV, em todo o território venezuelano.

Segundo a AT&T, a decisão se deu pelo cumprimento das sanções econômicas impostas pelo governo norte-americano à Venezuela. Em comunicado, a empresa justifica-se dizendo que não conseguia atender os requisitos legais de ambos os países e, por consequência, teve de interromper seus serviços na Venezuela.

O que tem-se aí é mais uma manobra do governo americano para jogar o povo da Venezuela, especialmente a pequena burguesia, contra Maduro. Pedro Carreño, parlamentar bolivariano, que já havia, em 2002, acusado a DirecTV de ter instalado um sistema bidirecional com o intuito de gravar os venezuelanos, se posicionou, de maneira sarcástica, contra a oposição ao governo, dizendo que a oposição deveria estar “comemorando” as sanções contra o povo venezuelano como se elas fossem contra Maduro e, enquanto isso, a Venezuela sofre falta de remédios, combustíveis, lubrificantes e peças de reposição devido às sanções.

Recapitulando os últimos acontecimentos, o governo norte-americano vem, sistematicamente, provocando a Venezuela. Além das sanções econômicas, foram feitas várias sabotagens contra a infraestrutura do país. A Casa Branca ordenou bloqueio de navios venezuelanos de transporte de petróleo, sob o ridículo pretexto de que o governo venezuelano é narcoterrorista e os navios estariam transportando drogas. Recentemente, os Estados Unidos financiaram, com ajuda da burguesia venezuelana, a invasão do território nacional por grupos de mercenários. A iniciativa foi frustrada, pois o povo, pessoas da classe trabalhadora, botaram traidores do exército e ianques para correr.

A oposição venezuelana, liderada pelo serviçal imperialista, Juan Guaidó, sobre a suspensão dos serviços da DirecTV, diz que a decisão se deu por culpa do governo ser uma ditadura.

Juan Guaidó, um tipo insignificante e débil, chegou a se autoproclamar presidente da Venezuela de maneira mais do que ridícula. Quase como um Napoleão de hospício.

O opositor golpista, que esteve por trás da invasão frustrada pelos mercenários, continua solto. Fosse Guaidó um parlamentar norte-americano que agisse contra os EUA, já estaria preso (e torturado) em Guantânamo ou até enterrado em algum fim de mundo. Em contraste, o governo Maduro se mostra demasiadamente leniente com o opositor, mostrando para o mundo todo que não é uma ditadura.

Em resposta à suspensão dos serviços pela DirecTV, o governo, através de ordem do Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela expropriou os bens da TV a cabo. Deve-se lembrar que a ordem foi apenas o resultado da operadora ter se negado a reestabelecer seus serviços após ordem da justiça.

A ação da corte é mais do que acertada, pois permitirá que o governo tenha capacidade de prover à população os serviços que os norte-americanos abandonaram. Espera-se que esta atitude se repita em todos os setores que entrarem em falência ou sabotarem o país. Apenas através dessa ação será possível conter a ofensiva americana.

Dados fatos apresentados, fica claro que a esquerda brasileira e mundial deve se mobilizar ativamente em defesa da Venezuela e contra o imperialismo. O povo latino-americano não deve aceitar a intervenção imperialista no continente.

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