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U.S. President Donald Trump is followed by National Security Advisor John Bolton (R) as he departs from the G7 summit in the Charlevoix city of La Malbaie, Quebec, Canada, June 9, 2018. REUTERS/Yves Herman
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O movimento antiaborto, que vem colecionando vitórias desde que Donald Trump assumiu a presidência, pode sublinhar mais uma. Nesta segunda-feira (04), a Suprema Corte dos Estados Unidos anulou uma decisão que havia outorgado o direito a interromper a gravidez a uma adolescente detida em um centro de retenção de imigrantes.

A jovem de 17 anos, que estava detida no Texas após ingressar ilegalmente nos Estados Unidos, pediu para abortar em setembro do ano passado. O procedimento foi realizado em outubro depois de alguns embates jurídicos.

Porém, mesmo a jovem já tendo realizado o aborto, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos não se deu por vencido e recorreu à Suprema Corte acusando a defesa da jovem de ter apressado a interrupção de sua gravidez, sem lhes dar tempo de continuar a batalha legal.

Esse episódio demonstra que o governo de Trump se esforça a cada dia para reduzir o direito das mulheres à prática do aborto. Já existem leis que impedem que os recursos federais financiem procedimentos abortivos.

O governo de Trump é absolutamente alinhado com políticas conservadoras que valorizam a família e a vida (contra o aborto). “Toda criança é preciosa e um presente de Deus”, disse o presidente durante um evento pró-vida que reuniu diversas lideranças que militam contra o aborto. A declaração ocorreu no mesmo dia em que seu governo anunciou a intenção de endurecer ainda mais as regras contra as clínicas que fazem cirurgias de interrupção da gravidez.

Esse moralismo cínico faz parte do cotidiano burguês. Fato é que o senhor Donald Trump é “pró-vida” de crianças norte-americanas, as milhares de crianças sírias e palestinas que foram mortas pelo holocausto provocado pela política imperialista de seu país não têm importância.

Mais uma vez, o governo Trump mostra o quanto está disposto a implantar políticas direitistas contra a população. A saída contra governos antidemocráticos da direita passa necessariamente por uma alternativa à esquerda ao Partido Democrático.

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