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O governo golpista está novamente voltando à ofensiva, direcionando sua artilharia, mais uma vez, contra os direitos e conquistas dos trabalhadores.  O Ministro Carlos Marun – da Secretaria de Governo (Articulação Política) – declarou que o Planalto manterá a data de 19 de fevereiro para levar o Projeto de Reforma da Previdência ao plenário e que não há outra hipótese.

Os golpistas correm contra o tempo e sabem muito bem que esta é a cartada definitiva do moribundo governo Temer para aprovar a reforma previdenciária, tida como a mais importante das reformas do governo. Fragilizado e na alça de mira até mesmo de “aliados”, Temer jogará todas as suas fichas (as que lhe sobraram, obviamente) para não ver o seu esfacelado governo ruir ainda mais diante dos impasses e das contradições que inquietam o inquilino clandestino do Planalto.

Nada indica, todavia, que setores do governo devam manter o otimismo quanto à aprovação do projeto de reforma da previdência. Ao contrário, o clima é de pessimismo, como declarou o presidente da Câmara Federal, Deputado Rodrigo Maia, em discurso na Câmara de Comércio dos Estados Unidos: “Neste momento, a gente prioriza a agenda da reforma da Previdência sem nenhum tipo de otimismo, sem nenhum discurso em que a gente diga que esta é uma matéria que estará resolvida em fevereiro de 2018”, destacou (Correio, 21/01).

O governo sabe que não tem os 308 votos necessários dentro do plenário para aprovar o Projeto de Emenda Constitucional que altera as regras das aposentadorias. No entanto, os golpistas não têm muitas alternativas neste momento e o governo parece estar indo mesmo para o tudo ou nada. Se a reforma não passar, não há outra data para o projeto ser apreciado e a reforma será enterrada, praticamente sepultando o natimorto governo Temer.

No rastro das mobilizações que estarão ocorrendo este mês, por ocasião do julgamento do ex-presidente Lula, dia 24, em Porto Alegre, o movimento operário, sindical, popular e estudantil deve manter a ofensiva e as mobilizações, organizando grandes caravanas com destino a Brasília no dia 19 de fevereiro, data marcada para o projeto que destrói a previdência pública ir ao plenário na Câmara dos Deputados.

Embora fragilizados e imersos num oceano de contradições, os golpistas estão dispostos a ir para a ofensiva. A resposta dos trabalhadores deve ser a mais ampla unidade e a mobilização para derrotar os ataques do governo contra a destruição de mais esta importante conquista dos trabalhadores.    

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