Governo golpista de Rodrigo Rollemberg aumenta a política de sucateamento do Banco de Brasília para a privatização

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O sistema operacional do Banco Regional de Brasília vem apresentando falhas sistemáticas causando transtornos para os usuários, clientes e sobrecarregando os serviços dos bancários.

A política do governador golpista de Brasília, Rodrigo Rollemberg (PSB), de sucateamento das empresas estatais está a todo vapor.

A política de sucateamento é deliberada, forma que os governos dos banqueiros, capitalistas e a imprensa golpista utilizam para manipular a “opinião pública” contra as empresas estatais. A revolta da população é generalizada e por não ter um esclarecimento do que está por trás desta política passam a atacar a instituição; um exemplo disso foi a manifestação de uma cliente que declarou que fechará sua conta e irá migrar para outro banco: “com urgência preciso fazer antecipação salarial e antecipação de férias e o BRB está há mais de uma semana com problema no sistema, o que impossibilita de realizar a operação até na agência. Estou com a conta zerada e preciso pagar meu aluguel, e comprar comida para sobreviver. Diante disso ainda a resposta da agência é que é sem previsão de volta. Urgentemente preciso realizar essas operações, estou nesse banco desde 1992 e mesmo assim não posso contar com ele. Pretendo transferir o meu pagamento para o Santander, caso não resolva.” (site reclameaqui)

A política neoliberal tucana do governo de Rodrigo Rollemberg condenou os serviços públicos do DF a um maior sucateamento, duramente atingidos pela política de “cortes” e “ajustes” dos governos. Com a ajuda da venal imprensa, o governador faz uma enorme campanha de que o governo está falido, tentando usar a crise financeira provocada pela política de sustentação dos banqueiros e empreiteiras pelos cofres públicos como desculpa para aplicar uma política de “ajustes” que visa tirar recursos de quem não tem para continuar sustentando os parasitas do Estado, sustentado com os impostos pagos pelos trabalhadores.

A ofensiva dos governos capitalistas só pode ser barrada por meio de uma combativa mobilização unitária dos bancários e de toda a população contra as privatizações. A política direitista de apagão nos serviços públicos e ataques à população somente pode ser derrotada com uma ampla mobilização contra o golpe e todas as suas medidas, com a ocupação das ruas da capital e, se necessário, dos prédios públicos, em defesa das reivindicações dos servidores e todos os trabalhadores.