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Com o golpe de Estado nenhum direito do trabalhador está assegurado, Depois de aprovar a Reforma Trabalhista, um dos grandes desejos dos financiadores do golpe os bancos, o governo golpista  de Michel Temer quebrar uma promessa de seus antecessores.

Mesmo depois que o  ministro da Previdência Social, Carlos Gabas, prometer em  audiência com uma presença ampla dos representes dos bancários – realizada em 2015 – de que nenhuma medida em relação ao INSS seria tomada de forma unilateral ou bilateral (governo-setor patronal), a Contraf-CUT descobriu uma parceria entre a Federação Brasileira dos Bancos (Febrabran) e o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). O acordo prevê a possibilidade de o empregador ter acesso aos trabalhadores afastados pelo INSS, para realização de reabilitação profissional e retorno ao trabalho.

O convênio de cooperação técnica firmado pretende submeter a saúde dos trabalhadores aos interesses dos banqueiros que, historicamente, tem marcado sua atuação pelo estabelecimento de políticas discriminatórias, com demissão de empregados adoecidos, restrição de acesso a benefícios previdenciários, imposição de obstáculos ao acesso a políticas públicas de proteção ao direito à saúde dos trabalhadores e sua recuperação, incluindo a instrumentalização que faz com os médicos do trabalho, quando um empregado apresenta incapacidade para o exercício de suas funções profissionais,

A categoria bancária tem os maiores índices de adoecimento relacionado ao trabalho. Portanto, se os bancos tivessem a preocupação em preservar a saúde dos empregados, certamente não se recusariam a cumprir as normas legais de saúde e segurança do trabalhador, investiriam em prevenção e a categoria bancária não se colocaria com os maiores índices de adoecimento do país, conforme dados da própria Previdência Social e do Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho (MPT).

Com o golpe de estado a exploração de todas as categorias vem  aumentando, seja bancários, professores, operários da linha de produção, o abuso patronal, vai fazer que o trabalhador sinta a dor da  exploração muito mais perto do osso do que da carne, somente a luta contra o golpe no seu conjunto, ou seja,  não podemos lutar contra medidas pontais do governo separadamente, mais contra todas elas, que é lutar contra o golpe, essa luta passa de forma direta, contra a prisão do ex-presidente lula.

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