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Esse mês completam-se quatro anos do desaparecimento dos 43: alunos da uma escola pública do México que estavam em um ônibus indo para uma cidade vizinha protestar contra o governo e foram parados pela polícia na estrada para nunca mais serem vistos.

Os jovens estudavam na Escola Normal Rural Raúl Isidro Burgos, em Ayotzinapa, uma escola que era conhecida por ter um posicionamento combativo ao governo mexicano, e foram assassinados no dia 26 de setembro de 2014.

No último dia 3, Enrique Peña Nieto, presidente desde 2012, declarou que havia fortes indícios de que os jovens teriam sido incinerados por membros de um quartel de droga, porém a ONU, a OEA, por meio da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), e mais importante ainda, os familiares e colegas dos jovens que desapareceram, se posicionaram contra essa versão.

A Procuradoria Geral da República mexicana declarou em sua investigação oficial que os jovens teriam sido presos a mando do prefeito da cidade de Iguala, José Luis Abarca, para evitar a participação destes no protesto. No laudo consta que os jovens foram abatidos a tiros na cabeça e, em seguida, incinerados e jogados em um rio.

Os familiares e os demais alunos da escola denunciam a participação da polícia civil e do exército na operação, e denunciam a omissão desses dados no relatório da PGR. Relatórios de órgãos de segurança mexicanos registram a movimentação do exército federal na localidade. Outro fator que provém indícios da presença do exército é o vídeo que circulou na internet publicado por um dos jovens onde o mesmo diz”os policiais já estão indo. Vão ficar só os federais e vão querer nos atacar”.

Mesmo após quatro anos do ocorrido, Enrique Peña Nieto continua tentando mascarar a chacina da polícia e do exército mexicano contra 43 jovens estudantes normalista (equivalente do 1° do ensino médio) que queriam protestar contra o governo.

Os 43 viraram símbolo no mundo inteiro e são mais um exemplo do caráter assassino da polícia, e da crueldade da qual é capaz a burguesia.

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