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O governador Geraldo Alckmin anunciou em janeiro, o envio de projeto para a Assembleia Legislativa de Sã Paul, de reajustando em 7% o piso salarial de mais de 200 mil professores do quadro de magistério da rede estadual. Isto quando as perdas da categoria se acumulam, depois de quatro anos sem reajustes, sendo necessário um reajuste de 23,5% para repo-las.

Com o reajuste, o salário base de um professor de Educação Básica que leciona para os anos finais do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio passará dos atuais míseros R$ R$ 2.415,89 para os minguados R$ 2.585,00, um dos mais baixos do País e apenas 5,2% acima do piso nacional. O projeto de lei foi encaminhado à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) para aprovação e o reajuste deve ser retroativo a 1º de fevereiro.

Alckmin disse que ia conceder esse reajuste de 7% depois que Apeoesp em ação coletiva no final de dezembro tinha garantido o pagamento de reajuste de 10,15% aos professores da rede pública paulista que equipara o salário base do magistério estadual ao piso salarial profissional nacional, do ano passado. Como a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo havia sido tomada em segunda instância, o governador do Estado seria obrigado a fazer o pagamento retroativo a janeiro de 2017.

Com esse projeto enviado para a Alesp nota-se que o governador quis ganhar tempo e não conceder reajuste nenhum, pois agora os parlamentares alegam que o projeto de lei tem 43 emendas e que está fora do prazo de votação, uma manobra mentirosa e absurda, feita em acordo com o governo tucano que tem ampla maioria na ALESP.

Dia 8 de Março dia Internacional da Mulher acontecerá a assembleia dos professores estaduais. Todos ao Vão Livre do Masp para pressionar esse governo fora da lei e exigir, no minimo o reajuste de 23,5%.

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