Bielorrússia resista a Golpe
O agravamento da situação interna está relacionado às interferências externas. Os protestos são dirigidos do exterior, acusa o governo
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Um país sob a ameaça imperialista, a Bielorrússia coloca quase metade de seu exército nas fronteiras | "Foto: Reprodução".

Um país sob a ameaça imperialista, a Bielorrússia coloca quase metade de seu exército ao longo das fronteiras ocidentais. Eis o estado de alerta, a Bielorrússia se desdobrou em esforços e postou quase metade de seu exército ao longo das fronteiras ocidentais, declarou o presidente do país, Alexandr Lukashenko.

Tudo aconteceu sob a ameaça do imperialismo. “Desdobramos quase metade do nosso exército bielorrusso”, cita a agência de notícias Belta Lukashenko em uma reunião com o primeiro-ministro russo, Mikhail Mishustin.

Explica ainda, “Na verdade, assumimos o controle das fronteiras ocidentais com a Lituânia e a Polônia. Talvez essa demonstração tenha valido a pena ”, acrescentou. Lukashenko também destacou que seu país enfrentou agressões estrangeiras e, se não fosse o apoio de Moscou, estaria em uma situação difícil, informou a agência de notícias Belta.

Uma delimitação de guerra. “Há uma linha vermelha que ninguém pode cruzar. Se isso acontecer, vamos reagir com toda a dureza da lei ”, avisou Lukashenko e constatou também que“ o país está a funcionar, embora muitos gostariam, especialmente alguns vizinhos, que já se encontra em ruínas ”.

A ameaça de uma guerra híbrida, um golpe colorido, esta é a situação interna na Bielorrússia é afetada por interferências externas, os protestos são dirigidos do exterior, disse Lukashenko. “Essa interferência vem da Polônia, República Tcheca, Lituânia e Ucrânia”, disse ele, ressaltando ainda que “o mais importante é evitar que o fogo comece em Minsk, pois sempre o que começa na capital se espalha por todo o País”.

Um golpe coordenado por forças estrangeiras. Relembrando que os polacos vivem na Bielo-Rússia, Lukashenko disse: “São alguns dos nossos polacos com quem vivemos em paz e harmonia sem problemas (…). Mas agora, em Grodno (cidade bielorrussa), eles penduram bandeiras polonesas nas varandas e dizem abertamente que a província de Grodno se juntará à Polônia após o colapso da Bielorrússia.

Contudo, a Bielorrússia está disposta a resistir. “Mas ninguém permitirá que a Bielo-Rússia se desintegre, temos métodos e recursos mais do que suficientes para evitá-lo”, alertou.

Dispostos a resistir o Presidente bielorrusso Aleksandr Lukashenko afirmou que seu país colocou militares em prontidão de combate e que os mesmos “estão preparados para cumprir o seu dever”. A declaração do presidente foi parte de sua fala durante reunião com membros do Conselho de Segurança da Bielorrússia.

As forças armadas estão unidas. Lukashenko, em relação a declarações de líderes de outros países, disse: “Assim, estas declarações testemunham que quando nós discutimos tal questão no Ministério da Defesa, o presidente [falando de si] estava certo. O ministro da Defesa me reportou que tudo foi feito e que as correspondentes unidades hoje estão prontas para o cumprimento de seu dever.”

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