EUA ataca países opositores
Cuba rechaça ferramenta dos EUA para pressionar países que não se dobram às ordens de Washington e sua política de agressão a opositores.
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Bruno Rodríguez Parrilla, ministro das Relações Exteriores de Cuba, Imagem: Cubaminrex | Imagem: Cubaminrex

A chancelaria do governo cubano emitiu nota nesta segunda (01) repudiando a inclusão do país na lista de países que “não cooperam” com os esforços antiterroristas dos Estados Unidos. A lista foi divulgada pelo governo Donald Trump no último dia 13 de maio e acrescentou o país caribenho de volta à lista depois de ter sido retirado em 2015, juntamente com Irã, Coréia do Norte e Venezuela.

A diplomacia cubana afirma que, a lista, nada mais é do que um instrumento de difamação contra os países que se recusam a seguir as ordens de Washington e coagi-los. Afirmando ser uma decisão unilateral, arbitrária, sem qualquer fundamento, autoridade e apoio internacional.

O governo norte-americano justificou a inclusão da ilha afirmando que lideranças do ELN (Exército de Libertação Nacional) da Colômbia se refugiaram no país após negociações de paz em 2017, o que o Ministério das Relações Exteriores nega completamente e afirma ser uma acusação infundada e desonesta e ingrata com a colaboração do governo colombiano.

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