Responde a processos no TCU
Em menos de 24h o governo Bolsonaro admite e retira presidente do Banco do Nordeste fruto de negociação com o Centrão.
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Alexandre Cabral, exonerado nesta quarta (03). Imagem: reprodução. | Imagem: reprodução.

Após destituir da presidência Romildo Rolim, que estava no cargo desde 2017, na última segunda (01), com a indicação de Alexandre Borges Cabral, o qual tomou posse na terça (02), o governo Bolsonaro decidiu exonerar o indicado, menos de 24 horas depois de sua posse.

A exoneração veio após terem sido tornados públicos processos que Cabral responde, principalmente, uma investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre irregularidades durante a sua gestão na Casa da Moeda em 2018.

A indicação foi fruto de negociação do governo Bolsonaro com partidos do Centrão, principalmente o PL (Partido Liberal) com o objetivo de aumentar a base de apoio do governo e foi avalizado por Paulo Guedes.

É claro que, toda essa negociata, gera prejuízos à administração da empresa e insegurança nos funcionários que não sabem qual a próxima “aventura” do governo na empresa.

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