Descaso com a saúde em Sergipe
Na manhã desta terça-feira, 1 de setembro, movimentos sindicais e sociais reuniram-se em frente à sede da Secretaria de Saúde do Estado de Sergipe para protestar
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Foto do setor de Oncologia do Hospital de Urgência de Sergipe(HUSE) | Foto por: Márcio Dantas

Na manhã desta terça-feira, 1 de setembro, movimentos sindicais e sociais reuniram-se em frente à sede da Secretaria de Saúde do Estado de Sergipe para protestar contra as condições insalubres de trabalho, atraso de salários, falta de investimento em estrutura e materiais, além do descaso completo da administração estadual com os trabalhadores da área de saúde.

Nem governador Belivaldo Chagas Silva, do PSD, partido da base golpista que apoia o governo Bolsonaro, nem nenhum membro de seu gabinete, se dignou a receber os manifestantes e dialogar com os representantes dos profissionais de saúde.

Já se passaram quase seis meses desde o início da crise brasileira do COVID-19, (sim trata-se de uma pandemia e crise mundial, mas o nosso cenário foi criado especificamente pelos governantes criminosos que representam a corja que tomou de assalto este país desde o golpe de 2015), e o governador do Sergipe continua alinhado com o governo federal, promovendo uma política de terra arrasada, reduzindo gastos públicos, não adquirindo insumos essenciais ao combate da pandemia e deixando seus servidores, de todas as esferas, com salários atrasados por meses.

Aliás, o sucateamento da saúde no estado de Sergipe não vem de hoje e é muito anterior ao atual cenário que vivemos. Em abril de 2018, o mesmo governador Belivaldo Chagas Silva visitou o Hospital de Urgência de Sergipe (HUSE), também chamado de  Hospital João Alves Filho e localizado na zona oeste de Aracaju/SE, e se disse horrorizado com o tratamento desumano dedicado aos pacientes no local. Mais de dois anos depois, a situação da saúde do estado permanece a mesma, infraestrutura precária, falta de profissionais, salários atrasados e carência geral de medicação e equipamentos.

Por sinal o atraso de salário, a falta de reposição das perdas inflacionárias e aumento real, são crueldades comuns, impostas  a anos, aos servidores, aposentados e da ativa, do estado de Sergipe. Somente  em 2020, o governador já declarava e abril que iria atrasar salários dos servidores públicos por falta de recursos. Como não há recursos? Se há recursos para engordar os ganhos de banqueiros e rentistas (que ficam ainda mais ricos enquanto a população morre),

Na manhã desta terça-feira, 1 de setembro, movimentos sindicais e sociais reuniram-se em frente à sede da Secretaria de Saúde do Estado de Sergipe para protestar contra as condições insalubres de trabalho, atraso de salários, falta de investimento em estrutura e materiais, além do descaso completo da administração estadual com os trabalhadores da área de saúde.

Nem governador Belivaldo Chagas Silva, do PSD, partido da base golpista que apoia o governo Bolsonaro, nem nenhum membro de seu gabinete, se dignou a receber os manifestantes e dialogar com os representantes dos profissionais de saúde.

Já se passaram quase seis meses desde o início da crise brasileira do COVID-19, (sim trata-se de uma pandemia e crise mundial, mas o nosso cenário foi criado especificamente pelos governantes criminosos que representam a corja que tomou de assalto este país desde o golpe de 2015), e o governador do Sergipe continua alinhado com o governo federal, promovendo uma política de terra arrasada, reduzindo gastos públicos, não adquirindo insumos essenciais ao combate da pandemia e deixando seus servidores, de todas as esferas, com salários atrasados por meses.

Aliás, o sucateamento da saúde no estado de Sergipe não vem de hoje e é muito anterior ao atual cenário que vivemos. Em abril de 2018, o mesmo governador Belivaldo Chagas Silva visitou o Hospital de Urgência de Sergipe (HUSE), também chamado de  Hospital João Alves Filho e localizado na zona oeste de Aracaju/SE, e se disse horrorizado com o tratamento desumano dedicado aos pacientes no local. Mais de dois anos depois, a situação da saúde do estado permanece a mesma, infraestrutura precária, falta de profissionais, salários atrasados e carência geral de medicação e equipamentos.

Por sinal o atraso de salário, a falta de reposição das perdas inflacionárias e aumento real, são crueldades comuns, impostas  a anos, aos servidores, aposentados e da ativa, do estado de Sergipe. Somente  em 2020, o governador já declarava e abril que iria atrasar salários dos servidores públicos por falta de recursos. Como não há recursos? Se há recursos para engordar os ganhos de banqueiros e rentistas (que ficam ainda mais ricos enquanto a população morre), por que não há recursos para o combate ao COVID-19? Para o pagamento dos profissionais de saúde e servidores?

São quase 4 milhões de casos de COVID-19, mais de 120 mil mortos em todo país, no estado de Sergipe temos 72.528 casos e 1.857 mortes, números de 31 de agosto de 2020. Números que sabemos que não refletem a realidade, por não haver testagem suficiente da população para validá-los. Enquanto isso, no estado de Sergipe, temos falta de medicamentos para o tratamento das vítimas de COVID-19, falta de equipamentos de saúde, equipamentos de segurança para os profissionais e ambulâncias sucateadas, e o governador do Estado não faz nada! Como o mandatário que ocupa ilegalmente o cargo máximo do Executivo brasileiro, Belivaldo Chagas Silva se esconde atrás da justificativa covarde e mentirosa de que não há dinheiro!

O PCO defende que é papel de todo trabalhador se revoltar contra essas condições e se solidarizar aos companheiros sergipanos, e de todo o Brasil, para denunciar nas ruas a conduta criminosa da quadrilha que tomou o Brasil de assalto! Chega de trégua e conchavo na esquerda! Temos que ir a luta pela sobrevivência de cada cidadão, chega de dar lucro para banqueiros e rentistas.

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