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Após o assassinato da vereadora do Psol, Marielle Franco, que se posicionara contra intervenção militar, no dia 14 de março na cidade do Rio de Janeiro, várias foram as especulações sobre sua morte e setores da direita golpista querem utilizar a sua morte para intensificar a repressão no Estado.

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, ao saber que as cápsulas de pistola 9 milímetros estavam registradas como munição da Polícia Federal, foi imediatamente à imprensa golpista dizendo que a munição teria sido de um lote que foi furtado em 2006 no Centro Operacional dos Correios em 2006.

Da forma mais leviana possível, como é praxe dos golpistas, após o golpe de 2016, Jungmann acusou os Correios como responsável pelo furto da munição da Polícia Federal que teria sido usada para matar a vereadora do Psol. “Essa munição foi roubada na sede dos Correios, pela informação que eu tenho, anos atrás, na Paraíba”, disse.

Acontece, que apesar dos Correios serem uma espécie de Geni da música de Chico Buarque, contra quem todos atiram suas pedras (já que a empresa está no alvo das privatizações), os golpistas que estão controlando a estatal negaram a afirmação do ministro.

O direitista Guilherme Campos, presidente golpista da ECT, publicou uma nota aonde se contrapõe à afirmação de Raul, dizendo que não há nenhum registro de munições da Polícia Federal roubadas no interior dos Correios, e ainda que é proibida a postagens desse determinado material nos Correios.

Imediatamente após a nota dos Correios, o ministério da Segurança Pública mudou sua versão. Disseram que Jungmann “não associou diretamente o episódio da Paraíba com as cápsulas encontradas no local do crime que vitimou a vereadora e seu motorista”.

Os golpistas estão em esforço extraordinário para achar um bode expiatório para a morte de Marielle, que possa retirar das costas da polícia brasileira o assassinato da vereadora, mas está difícil para os golpistas conseguir justificar essa versão.

O caso mostra que os Correios nesse momento é alvo de todo tipo de mentira e calúnia para que os golpistas também possam entregar esse patrimônio do povo brasileiro para os grandes capitalistas do mercado postal, a exemplo da Fedex, DHL, UPS etc.

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