Perseguição aos professores
Golpistas querem perseguir professores com exame toxicológico
No Estado do Rio de Janeiro, o Deputado do PSL apresentou um projeto de lei que criminaliza os professores da rede estadual e privada
Protesto-no-Parana-2015_APP-Sindicato
Perseguição aos professores
Golpistas querem perseguir professores com exame toxicológico
No Estado do Rio de Janeiro, o Deputado do PSL apresentou um projeto de lei que criminaliza os professores da rede estadual e privada
Manifestação de professores sendo reprimida pela polícia. Foto: Joka Madruga/APP sindicato
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Manifestação de professores sendo reprimida pela polícia. Foto: Joka Madruga/APP sindicato

O deputado estadual Alexandre Knoploch PSL-RJ,  protocolou o projeto de lei que obriga todo professor do estado do Rio a testar uso de drogas a cada 90 dias. O texto propõem que os docentes da rede pública e privada deverão passar por exame toxicológico.

Os exames devem focar em substâncias psicoativas ilícitas que causem dependência ou, comprovadamente, comprometam a capacidade intelectual e de raciocínio.

O projeto precisa passar pelas comissões da Alerj para ser aprovado pelos deputados e depois sancionado pelo governador. O projeto de lei define que a Secretaria de Estado de Educação deverá concentrar o resultado dos exames, tornando-os públicos para consulta em seu sítio eletrônico oficial.

Os professores que forem pegos com essas substâncias ilícitas serão proibidos de lecionar até a realização do próximo exame que ateste a ausência da substâncias.

A Lei também prevê que os professores proibidos de trabalhar teriam o corte do salário durante três meses até a realização do próximo exame. Após ser quatro vezes barrado no exame, o servidor será exonerado.

A lei representa uma clara perseguição aos profissionais da educação, pois os profissionais em seu ambiente privado têm o direito de fazer o que deseja da própria vida.

“A gente vê isso como uma tentativa de desmoralização pública dos profissionais da educação. E o Sepe vai reagir a isso” — afirmou Gustavo Miranda, coordenador-geral do Sindicado Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe) do Rio.

Os golpistas de plantão desejam acabar com a estabilidade do funcionalismo público através de diversas leis morais como a “Escola com Fascismo”, uso de entorpecentes, entre outros.

Os professores e estudantes das redes pública e privada devem se unir contra as barbaridades dos fascista que desejam implementar um regime de terror nas escolas e universidades. Por um greve da educação com ocupação dos prédios para reverter a privatização e a perseguição de alunos e professores.