Golpistas querem militarização das escolas paulistas

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Após o golpe de estado os golpistas estão atacando as escolas e a educação em conjunto, os professores estão sendo perseguidos e encarcerados pela polícia e o exército.

No Diário Oficial de 19 de março, projeto de lei nº 92, de autoria do deputado estadual Frederico D’Avila (PSL), criando o Programa Cívico-Militar no ensino fundamental e médio da rede pública e privada no Estado de São Paulo.

O programa ficará sobre as secretarias de Educação e de Segurança Pública e poderá ser estendido, através de convênios, para a rede municipal de ensino. Caberá a policial militar da reserva, selecionado pelo Comando Geral da PM, supervisionar e coordenar as atividades do programa.

A Escola Com Fascismo é a continuação da política dos golpistas que condenaram e prenderam  Lula, sem provas, com o claro propósito de atacar os trabalhadores e garantir uma vitória eleitoral fajuta que legitimasse um governo golpista que continue a levar adiante o ataque ao ensino público, aos trabalhadores e à economia nacional, em favor dos grandes capitalistas “nacionais” e estrangeiros, principalmente norte-americano, para os quais o presidente Bolsonaro e seus aliados batem continência.

A derrota final e sem retorno dessa política reacionária só pode se dar por meio de uma ampla mobilização nas escolas e universidades, enfrentando e colocando a direita para correr, o que só pode ser conseguido com uma ampliação da organização de professores, estudantes e pais, em comitês de luta contra a escola com fascismo. É preciso construir milhares deles. Defender os professores de forma unificada diante das ameaças. Enfrentar e derrotar a direita no terreno da mobilização.

Da mesma forma, essa luta deve estar vinculada à luta contra o governo ilegítimo, por meio da luta pelo Fora Bolsonaro e de todos os golpistas e pela liberdade de Lula e de todos os presos políticos.