Golpe na Bolívia
Após promulgar a lei que permite eleições no início de setembro, o governo golpista de Jeanine Añez e outros golpistas tentam levantar uma campanha contra as eleições
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La Paz, 30 de dezembro de 2019. - O governo da Bolívia declarou na segunda-feira pessoas desagradáveis ​​à embaixadora mexicana, María Teresa Mercado; ao cargo de embaixada da Espanha, Cristina Borreguero e o cônsul desse país, Álvaro Fernández, além de um grupo de funcionários, que deu 72 horas para deixar o país, após os incidentes na sexta-feira passada.
Jeanine Añez | Foto: Presidência da República da Bolívia

Mesmo após ter promulgado a lei que garante que sejam realizadas eleições em setembro, os golpistas bolivianos tentam realizar uma campanha pelo seu adiamento. A desculpa é a de que as eleições poderiam propagar o coronavírus, mas a realidade é que o Movimento ao Socialismo (MAS), partido de Evo Morales, é o favorito para levar as eleições.

Da mesma forma que ocorreu no Brasil com Lula e o PT, sem um novo golpe, as eleições bolivianas vão levar o MAS novamente ao governo e é isso que temem os golpistas que deram o golpe no final do ano passado. Sendo assim, mesmo com a lei das eleições sendo promulgada, há a tentativa de fazer a extrema direita se mobilizar contra elas. Somente se a população e os partidos de esquerda se mobilizarem é que as eleições ocorrerão sem nenhum novo golpe.

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