Privatização
Bolsonaro está promovendo um megaleilão para entregar uma das principais riquezas do Brasil: o Pré-sal.
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Foto: Rich Press/Bloomberg |

Nesta quarta-feira (6), iniciam-se os megaleilões do excedente da cessão onerosa para a exploração do petróleo brasileiro. Serão oferecidas quatro áreas do pré-sal da Bacia de Santos. Segundo o governo federal, estes megaleilões do excedente da cessão onerosa serão os maiores de óleo e gás, em termos de potencial de exploração de petróleo e de arrecadação, já efetuado no mundo.

Conforme dito anteriormente, “serão definidas as empresas que vão retirar óleo de reservas do pré-sal chamadas de excedente da cessão onerosa, que recebe este nome porque o petróleo dessas reservas excede os 5 bilhões de barris garantidos pelo governo à Petrobras na operação da cessão onerosa de 2010.” E, “segundo analistas da burguesia, o leilão se compara a uma operação de aquisição de uma petroleira de médio porte, por conta do valor envolvido e porque são reservas já conhecidas e prontas para serem exploradas que estão sendo oferecidas.”

A Agência Nacional de Petróleo (ANP) estima que existam entre 6 bilhões e 15 bilhões de barris de óleo equivalente excedente na área que serão entregues aos capitalistas estrangeiros. Com isso, fica muito claro o tamanho da entrega da riqueza e do ataque que os golpistas estão promovendo contra a economia nacional. Uma verdadeira política de rapina e pilhagem das riquezas nacionais.

Segundo a imprensa burguesa, poucas empresas estão sendo esperadas para participar da disputa  e deverão se unir em consórcio para dividir custos e riscos.

Um grupo de petroleiros entraram com uma ação popular para suspender o megaleilão do pré-sal. Denunciam, de forma acertada, que trata-se de um gigantesco dano ao patrimônio público. Além disso, “segundo os autores, a Lei de Cessão Onerosa e a Lei 12.351 – Marco do Pré-Sal – não tratam, por exemplo, da possibilidade de entrada de novas empresas nas áreas cedidas à Petrobras em 2010”, afirma a IstoÉ.

Apesar de tudo, a manobra dos petroleiros é o caminho errado para derrotar os megaleilões. Este e outros ataques contra a economia nacional e o povo brasileiro, só podem ser barrados por meio da mobilização na ruas, por meio d uma intensa campanha entre os trabalhadores e a juventude que evidencie que a riqueza nacional está sendo entregue pelo governo capacho do imperialismo de Bolsonaro.

Para deter esses ataques e a política de rapina dos golpistas é preciso sair às ruas, pela nacionalização do petróleo, pela reestatização da Petrobras, sou o controle dos trabalhadores, cancelamentos de todos os leilões já realizados. Essas reivindicações devem se somar à necessária luta pelo Fora Bolsonaro e de todos os golpistas que estão entregando a riqueza nacional e pela liberdade de Lula, principal liderança popular que é mantido como preso político, como forma de contenção da luta dos trabalhadores.

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