Ataque patronal
O governo, com a colaboração da reacionária Assembleia Legislativa, armou um golpe nos trabalhadores através do projeto do governo estadual 657/2020
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Sanepar | Foto: Reprodução

Os trabalhadores da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) ameaçam paralisar as suas atividades caso o governo golpista do Paraná, Ratinho Junior, não revogue o projeto que acaba com a Lei da distribuição igualitária da PPR (Programa de Participação nos Resultados). Atualmente a lei “estabelece que o montante total a ser distribuído do lucro ou resultados das empresas estatais, deverá ser, igualmente, divida para que cada empregado receba a mesma quantia”. (Lei nº 16.560- 09 de agosto 2010)

O governo, com a colaboração da reacionária Assembleia Legislativa, armou um golpe nos trabalhadores através do projeto do governo estadual 657/2020, enviada em 24 de novembro e aprovada na Assembleia Legislativa nesta semana, com um nome pomposo, “Paraná energia Rural Renovável”, que teria como finalidade o apoio à geração de distribuição de energia a partir de fontes renováveis para setor real do estado, esconde no seu escopo a revogação, justamente, da Lei 16.560/2020, ou seja, liquida com a distribuição dos lucros e dividendos da empresa igualitariamente entre os mais de 7 mil funcionários.

Desde o começo do ano o governo golpista de Ratinho Junior vem desfechado um incessante ataque aos trabalhadores das empresas estatais, que tem como finalidade a privatização. Os ataque vem através dos famigerados Planos de Demissão “Voluntária” que já mandou para olho da rua mais de 500 pais de famílias na Sanepar, sendo que o objetivo do governo é de botar para fora mil trabalhadores.

O fim da igualdade entre os trabalhadores da PPR é mais um violentíssimo ataque contra os funcionários da Sanepar, que tende a se intensificar, provocando uma queda ainda mais profunda nas condições de vida da classe trabalhadora. Sempre bom lembrar que as empresas estatais estão no olho do furacão da política privatista dos governos golpistas e da retirada de direitos vai no sentido de pavimentar o caminho para entreguismo.

Nessas condições a única arma dos trabalhadores é organizara greve da categoria, mobilizar para derrotar o governo e a direita golpista, inimiga dos trabalhadores e da população.

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