Golpistas do Itaú punem trabalhador que não cumpre metas de venda

Funcionário do Banco Itaú foi punido pela sua chefia por não atingir a meta de venda dos produtos da empresa. Isso quando, na maioria dos casos, o não atingimento da metas não é ocasionado por ele e sim por desistência dos próprios clientes.

Trabalhar no banco Itaú é a estar submetido a uma relação semelhante à situação “Casa Grande x Senzala”. O trabalhador é tratado como um escravo e submetido aos piores tratamentos, se pudessem adotariam o açoite para que o trabalhador cumpra as ordens dos “senhorzinhos” banqueiros.

Denúncia de um trabalhador na Capital Federal expõe, mais uma vez, os métodos utilizados por esses parasitas nacionais, que são os banqueiros, com os seus funcionários. Através do SQV (Score Qualidade de Vendas) os funcionários estão sendo punidos por não cumprirem as metas estabelecida pela agência, só que o sistema de avaliação do banco é falho porque não detecta que o produto comercializado pelo funcionário e adquirido pelo cliente foi cancelada a sua aquisição pelo mesmo, ou seja, o produto depois de adquirido teve a sua desistência feita pelo cliente.

Tal prática dos banqueiros denunciada em Brasília é comum em todas as agências do Itaú pelo Brasil a fora. Com o golpe de Estado, que teve como um dos grandes financiadores os banqueiros nacionais e internacionais, vem se aprofundando a política de ataques a categoria bancária para aumentar, a todo o custo, os já fabulosos lucros desses parasitas, e tudo isso a custa da exploração dos trabalhadores. Pesquisa recente divulgada pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho) revelou que somente nos dois primeiros meses de 2018 foram colocados no olho da rua 4.661 trabalhadores.

Essa é a política dos banqueiros para com os trabalhadores. A categoria bancária não deve aceitar a política de terra arrasada dos banqueiros para com os trabalhadores. A categoria deve imediatamente organizar uma ampla mobilização para barrar a ofensiva dos banqueiros.