Golpistas do Banco Santander deixa apenas um funcionário para realizar todas as funções da agência
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Golpistas do Banco Santander deixa apenas um funcionário para realizar todas as funções da agência
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Golpistas do Banco Santander, em mais um caso, deixam apenas um funcionário para realizar todas as funções da agência

Mais um caso em que a direção golpista do banco espanhol, Santander, deixa apenas um funcionário para atender clientes em uma agência bancária.

Desta vez foi em uma unidade na zona norte de São Paulo. Apenas um funcionário, caixa executivo da agência, desempenha a função, além da sua de caixa, a de gerente, tesoureiro, abastecedor de caixas eletrônicos e atendente. Além de massacrar o trabalhador, o banco obriga os clientes a passarem horas na fila a espera de atendimento.

Já está virando o modus operandi essa forma de superexploração adotada pelos banqueiros do Santander, situação essa que já é recorrente nas várias agências do banco.

É uma administração direitista e reacionária que vem atacando sistematicamente os seus trabalhadores. Recentemente o presidente do banco, Sérgio Rial (que é um defensor ardoroso da “reforma” da previdência, mas se aposentou aos 58 anos pelo INSS, e o seu banco um dos maiores devedores), ameaçou os trabalhadores com demissão se os mesmos não tiverem em seus currículos a certificação CPA-10, certificado esse que se destina a atestar profissionais que desempenham atividades dos mercados financeiros e de capitais.

Os trabalhadores do Santander vêm sistematicamente sofrendo com a política do aumento da exploração através da sobrecarga de trabalho, pressão sistemática dos chefetes de aluguel para cumprimento de metas nas vendas gerando, na maioria das vezes, assédio moral, etc., para enriquecer meia dúzia de banqueiros parasitas.

A ofensiva dos ataques do Santander aos trabalhadores é mais uma evidência do porquê que os banqueiros nacionais e internacionais apoiaram e financiaram o processo de golpe de Estado no país: liquidar com os direitos e conquistas dos trabalhadores para implantar uma política de terra arrasada para aumentar ainda mais os seus lucros.