A política de privatizações imposta pelos golpistas quer dar um amplo passo  com a eventual venda acionária da fabricante brasileira de aeronaves, a Embraer, para a norte-americana Boeing. No entanto esta situação só poderá ser efetivada pela assinatura de um decreto presidencial.

Tal possibilidade reverteria parecer do ano 2000 emitido pela Advocacia Geral da União(AGU) que limitava a um máximo de 40% a participação do capital estrangeiro na fabricante de aeronaves brasileira. E que concluía que a proibição só poderia ser retirada por uma lei específica ou pelo Presidente da República, através de um decreto específico. O que em tempos de golpe, podemos dizer que está dado.

A pretensão da empresa norte americana, Boeing é fazer uma oferta pública de compra de ações por até 100% do capital da Embraer, acabando com a estatal brasileira que tem uma posição estratégica na economia brasileira e na área de defesa já que tem um setor militar também.

Os golpistas nacionais e seus chefes, do imperialismo, não tem objeções morais e nem econômicas para vender o tesouro nacional construído pelo povo, frente a isso, a luta atual, contra o golpe, contra a prisão de Lula pode ser o obstáculo fundamental às perspectivas privatizantes dos entreguistas nacionais.

 

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