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Na noite, deste domingo, 18, ocorreu, no Palácio da Alvorada, uma reunião entre a corja de golpistas, que inclui o presidente, ilegítimo, Michel Temer e ministros como: Dyogo Oliveira -Planejamento-, Torquato Jardim –Justiça-, Raul Jungmann –Segurança Pública- e Sérgio Etchegoyen –Segurança Institucional-, cujo foi decidido o preço da intervenção militar no Rio de Janeiro.

Segundo o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, serão destinados R$1 bilhão do governo federal para divisão entre o Ministério da Segurança Pública e a intervenção no Rio. Esse valor foi a média dada após a reunião, sendo o valor concreto a ser definido até o final desta semana. Deve ser editada uma medida provisória para destinação imediata dos recursos a intervenção.

Segundo o governo golpista, uma das formas de arrecadação de fundos para tal medida absurda é a captação de recursos por meio do aumento da tributação das empresas. Sabe-se, porém, que aqueles que realmente vão pagar o preço da intervenção não são os empresários. A verba será oriunda, sim, do desvio de valores que deveriam ser destinados para Saúde, Educação, salários dos servidores, por exemplo. Toda aquela ideia da necessidade de cortes no orçamento para equilibras as finanças do governo é, sem dúvidas, uma farsa.

A justificativa do governador fantoche do Rio, Luiz Fernando Pezão, é que a segurança se encontra com problemas em sua infraestrutura, sendo a grande maioria dos recursos destinados a folha de pagamento dos servidores. Em reunião, programada para ocorrer nesta segunda, 19, entre ele e o general-interventor, e verdadeiro governador do Rio, Braga Netto, os valores devem ser discutidos.

O investimento financeiro em formas de repressão a população é só mais um dos passos do golpe e da intensificação da intervenção militar. Mentem, diariamente, sobre a necessidade de investimentos de verbas para segurança, a fim de garantirem recursos para intensificar o terror e a repressão contra a população trabalhadora e a juventude.

Essa população é a que sofre, diária e diretamente, com o avanço do golpe e da intervenção militar. Através das diversas ações truculentas cometidas pela polícia como forma de reprimir o povo, bem como no corte de gastos com saúde, educação, folha de pagamentos aos funcionários, que dificultam, imensuravelmente, a vida do povo.

O interesse da burguesia, logo, dos golpistas e militares, não está em consonância com os da população. Pelo contrário, encontra-se em um oposto, visto, por exemplo, através do repasse de verbas, das terceirizações, das reformas, trabalhista e previdenciária, que tornam precárias, ao máximo, a condição de vida do povo.

Logo é de suma importância a luta de forma intensa contra o golpe, contra a intervenção militar e contra a burguesia, que através de suas medidas direitistas, transformam a vida da população em um verdadeiro cenário de horror.

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