Golpe na saúde
Estudo da Fiocruz aponta redução de 13% no números de doses vacinas aplicadas em 2017 e 2019, no público infantil essa redução foi de 34,4%
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Crianças em fila da vacinação, em Salvador | Foto: Romildo de Jesus 10.abr.2019/Futura Press/Folhapress

Estudo da Fiocruz aponta redução de 13% no números de doses de vacinas aplicadas em 2017 e 2019, no público infantil essa redução foi de 34,4%. De acordo com o estudo em 2017 foram aplicados um total de 238 milhões de doses em 2019 desceu para 205 milhões, no público infantil esse percentual foi ainda pior, a Tríplice Bacteriana (DTP), teve aplicado um total de 45 milhões de doses, em 2019 esse número reduziu para 2,9 milhões.

No faixa etária de 0 a 15 meses por exemplo das 8 vacinas recomendadas apenas uma atingiu a meta, foi a vacina contra tuberculose, Bacilo de Calmette-Guérin (BCG) que é aplicada na maternidade logo após o nascimento e tem uma meta menor de 90% de cobertura. Todas as demais tiveram cobertura de 80% a 91,5%, margem inferior à meta de 95% da população nessa faixa etária, esses números tendem a piorar nas doses de reforço.

É certo que com os cortes de verbas para a saúde, a infra estrutura básica, o número de postos e principalmente o número e abrangência das campanhas públicas de vacinação caíram drasticamente. Isso ocasiona esse fenômeno relatado no estudo mesmo com o aumento da variedade de vacinas houve uma queda na quantidade de doses aplicadas, proporcionando o ressurgimento de doenças já erradicadas do Brasil.

Esse estudo entre diversas publicações da Fiocruz alertam para a ameaça real de retorno de doenças comuns no passado, como o sarampo e a poliomielite (paralisia infantil). Em 2018 por exemplo houve o registro de 10.163 casos de sarampo no país, colocando em risco um título recebido pelas Américas, de área livre da doença, concedido pelo Comitê Internacional de Especialistas da Organização Pan-americana da Saúde (Opas).

A culpa desse cenário macabro que se desenha no horizonte está toda no governo Bolsonaro e demais golpistas, não é à toa que os números entram em remissão logo após o golpe de 2016. Essa política da extrema direita no governo federal que corta verbas da saúde e outros sistemas básicos de assistência à população e ainda promover campanhas obscurantistas como a anti vacinação, terá consequências desastrosas com o retorno de doenças controladas ou erradicadas do país, que resultarão em mais mortes das camadas mais vulneráveis da população.

Isso é a extrema direita, uma política de total abandono dos extratos mais desabonados da população a própria sorte, campanhas obscurantistas que confundem e atacam direitos básicos da população como a campanha anti vacina, criminalização do aborto, terraplanismo ect… Esses são uns dos diversos motivos que impõem a necessidade do Fora Bolsonaro, apenas a mobilização popular pode colocar a direita e extrema direita em seus lugares, varrendo-os como lixo histórico que são.

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