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Acampamento-fidel-Castro (2)
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Da redação – A Polícia Militar fascista de Ronaldo Caiado (DEM), governador de Goiás, mostrou mais uma vez como é uma serviçal da burguesia contra os trabalhadores e aterrorizou o acampamento Fidel Castro, do MTST em Goiânia. A denúncia oficial feita pela página de Guilherme Boulos (coordenador nacional do movimento), no Twitter, trazendo relatos de morte feitas por agentes do Estado contra os acampados e sem mandato algum.
Algo que precisa ser dito sobre esse fato, é que essa ação é típica da extrema-direita, financiada pela burguesia para tentar colocar o movimento operário, os movimentos sociais, na defensiva, injetando medo nos trabalhadores que são a esmagadora maioria da sociedade e estão se organizando contra o golpe de Estado. As greves de diversos setores estão aumentando cada dia, as bases da CUT se movem para uma greve geral contra os ataques desses governo ilegítimo e isso leva a burguesia a tomar medidas extremas, ameaçando abertamente os movimentos sociais.

Vale ressaltar aqui que vimos no último curso de formação marxista do PCO, a 43ª Universidade de Férias, que grupos de latifundiários fascistas italianos, – depois copiados pelos nazistas alemães – organizaram milícias junto a setores também nas cidades, invadindo casas culturais, matando sindicalistas em suas próprias casas, como estamos vendo esse avanço no Brasil, para colocar o movimento operário na defensiva, algo que é muito grave e não foi denunciado pela esquerda da época.

Para esses bolsonaristas, a luta dos pobres por dignidade, por moradia, por terra, é um luta de ”vagabundos”.  Para esses latifundiários, milicianos, como Caiado e sua organização criminosa, ameaçar de morte é a regra do jogo, pois é assim que a burguesia conseguiu no passado roubar tantas terras, escravizando os camponeses e trabalhadores em geral. A luta da burguesia é levada à cabo pelo terror, com jagunços ilegais, ou com os capatazes legais do Estado Burguês, atacando os mais pobres da sociedade, chamado-os de bandidos, politica vinda diretamente do presidente eleito pela fraude, defendendo em sua campanha eleitoral a perseguição armada dos movimentos sociais.

É preciso organizar a autodefesa dos companheiros do MTST, na forma de Comitês de Luta Contra o Golpe, todo movimento deve se mobilizar urgentemente e pensar em como se defender praticamente. Não é aceitável que o Estado venha e ameace armado a camada mais oprimida pelo capitalismo, colocando a arma na cara de um trabalhador que apenas está lutando por uma moradia digna.

Como nos ensinou toda luta de classes, com todos os massacres cometidos pelas forças de repressão armadas da burguesia, e como disse o líder da Revolução Russa, Vladmir Lênin: “Democracia é um fuzil no ombro do operário”.

Leia a nota oficial do MTST divulgada por Boulos:

“GOVERNO CAIADO ENTRA SEM MANDADO E FAZ AMEAÇAS DE MORTE EM ACAMPAMENTO DO MTST EM GOIÂNIA

– Perguntado por mandado judicial, sargento da PM exibe fuzil e ameaça de morte um coordenador dos sem-teto –

A Polícia Militar de Goiás, do governo Caiado, fez uma incursão na noite desta quinta-feira ao acampamento Fidel Castro, do MTST Goiás, causando terror e fazendo ameaças aos moradores e ao coordenador da ocupação.

A ofensiva policial começou por volta das 23h45. Quando o responsável pela ocupação, perguntou se a PM tinha um mandado judicial, o sargento Antunes e outro PM foram à viatura e empunharam fuzis. “Aqui está o meu mandado. Fala alguma coisa de novo”, teria dito o policial, em tom de ameaça, segundo testemunhas.

Os policiais seguiram para dentro do acampamento, aos gritos, exigindo que o coordenador mostrasse seus documentos. Segundo o relato, o sargento teria pedido para levantar a ficha do coordenador, fazendo novas intimidações: “puxa a ficha desse folgado que não respeita a polícia”. E, depois, completou: “não se meta com a polícia não”.

A consulta foi feita, constatando que não havia qualquer pendência. O sargento Antunes pediu para que todos se afastassem e, então, fez novas ameaças, mais ao pé do ouvido. “Eu sou acostumado a matar bandido. Quem é você para se meter comigo? Se falar alguma coisa, eu volto aqui depois, te levou para dentro de um barraco e meto um monte de bala na sua cara. Se não for eu, vem outro porque a polícia é grande”, disse o policial, segundo o coordenador do MTST.

‘A violência policial do governo Caiado não pode ficar impune e passar em branco’, afirmou Guilherme Boulos, coordenador nacional do MTST.”

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