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O jornalista Merval Pereira, no seu editorial desta quarta (dia 6), no jornal O Globo, com o título “Uma velha política”, em tom absolutamente lamentoso, reconheceu que a burguesia golpista não tem candidato, que unifique todos os setores golpistas e ao mesmo tempo seja palatável aos eleitores.

No pesadelo “mervaldiano”, a “centro-direita” e a “esquerda” temem perder as eleições para a extrema-direita, por não conseguirem de unificar.

Do lado da direita, leia-se, dos golpistas, a fragmentação é de tal envergadura que impossibilita até mesmo o diálogo entre as probos lideranças partidárias, como tentaram costurar os golpistas Fernando Henrique e Cristovam Buarque.

Do lado da “esquerda”, bem que os abutres tentam a todo custo impor um “acordo”, que tem em Ciro Gomes, que tem menos de 10% das intenções de voto obtidas por Lula, como “a melhor opção” da direita golpista desse espectro político. Mas eis que Lula declara Ciro é um bom quadro, mas não é um líder e o pT mantém sua candidatura.

Que sofrimento Merval. E os golpistas ainda têm que conviver com o cadaver insepulto de Temer. Mas o que fazer sem o PMDB?

É triste meu pobre, Merval. Mas não tem como fugir. Essa é a luta de classes, que vocês levaram a extremos com o golpe de Estado.

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