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Definitivamente a maré do golpe não está para peixe. De fato, no seu início, a engenharia montada pelos ‘cabeças’ do golpe dava a impressão de estarmos diante de um grande rolo compressor pronto a esmagar o que se colocasse no caminho do avanço do golpe.

Tudo era uma cortina de fumaça. A unidade se espatifou tão logo derrubaram a presidenta Dilma em uma das operações mais grotesca e canalha de toda a história republicana brasileira.

O que se ‘descobriu foi que os ‘cabeças’ do golpe, depois de usar uma ala do PMDB, que foi determinante para desbancar o PT do governo e garantir o golpe, também tinha planos nada fraternais para um aliado de primeira hora, que passava por transformar o ‘amigo’ em um cachorro sarnento.

E assim, as figuras idolatradas da primeira fase do golpe, foram sendo entregues um a um à cova dos leões, como o outrora todo poderoso presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha.

Ao mesmo tempo que o golpe avançava contra a esquerda, expandia seus tentáculos contra os partidos mais ligados às oligarquias regionais, chegando ao ponto de termos a frente da presidência um presidente que corre o risco de sair do Palácio do Planalto direto para os porões da polícia federal.

Essa situação não foi nada por acaso. O imperialismo, o verdadeiro dono do golpe, tem o propósito de submeter o país totalmente aos seus interesses e isso passa por desmonte das oligarquias regionais que controla a política brasileira.

Não é a toa que a crise explodiu no Judiciário brasileiro e justamente no seu setor mais diretamente subordinado às forças políticas, o Supremo Tribunal Federal, que, nesse momento, encontra-se totalmente dividido por conta da prisão em 2a instância.

Afinal, a ala mais fraca dos golpistas descobriu que a cadeia não é mais só para petistas, existe muito espaço na cadeia de Sérgio Moro, para o PMDB e cia, inclusive ministros do STF.

Aqui voltamos ao início da história. Enquanto o objetivo era só atacar a esquerda, o PT, Lula e Dilma, tudo era um mar de rosas no STF. Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso não se ‘bicavam’, existia amor, muito amor.

Na medida que os donos do golpe passaram a perseguir seus sócios menores, isso se refletiu dentro do STF. Gilmar Mendes, que assim como Eduardo Cunha, foi um ícone do impeachment, passou a ser tratado também como um cachorro sarnento.

A outrora imprensa que reverenciava Gilmar, quando esse soltava seus impropérios e esbravejava contra Dilma e o PT, agora é uma incentivadora da política de achincalhamento de Gilmar.

Não foi sem motivo que Gilmar instado por um repórter da Folha de S. Paulo com mais uma provocação, não mediu palavras ao responder: “Devolva essa pergunta a seu editor, manda enfiar isso na bunda. Isso é molecagem, esse tipo de pergunta é desrespeito, é desrespeito”.

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