“Gestão” Doria: São Paulo embaixo d’água

O feriado será de muito trabalho para grande parte dos paulistanos. Nesta quinta-feira (29), véspera da Sexta-Feira Santa, uma forte chuva causou enchentes e derrubou árvores em vários pontos da Capital e municípios da região metropolitana. Em Alphaville, Barueri, os bombeiros tiveram que resgatar uma pessoa que ficou presa próximo ao Shopping Tamboré. Trechos do Jardim Rochdale, em Osasco, e do Tamboré, também em Barueri, ficaram intransitáveis.

Como acontece todo mês de março na cidade de São Paulo, a chuva não deu trégua. Sobretudo nos últimos dias, quando sucessivas tempestades castigaram os paulistanos de vários bairros da capital.

São Paulo nunca foi referência em prevenção de enchentes, é verdade, mas desta vez um fator muito específico foi determinante para o caos.

A “gestão” do prefeito mais coxinha do Brasil, João Doria, investiu apenas 21% da verba destinada para a prevenção de alagamentos e enchentes na cidade. Finalmente a conta pelo descaso chegou. Nesse momento, vários bairros da capital paulista estão debaixo d’água. Ainda não há notícia sobre mortos e feridos.

Em novembro passado Doria havia demitido um dos gestores regionais por conta de suas reclamações públicas sobre a redução de verbas para 2018. Paulo Cahim havia dito que a região da Casa Verde/Cachoeirinha poderia ser afetada por enchentes e alagamentos como consequência da não realização da limpeza de um piscinão.

Para sorte da cidade e dos paulistanos, Doria não será mais prefeito de São Paulo. Abriu mão do cargo para se candidatar ao governo do Estado. Embora tenha partido, deixou um legado que jamais será esquecido pela população. O fato serve para exemplificar como o transcorrer do tempo pode ser relativo. Seu mandato de apenas 1 ano e 3 meses pareceu demorar décadas. Relembre parte do legado macabro do ex-prefeito em 23 pragas sobre São Paulo: Doria foi o pior prefeito da história da cidade.