Gerente geral, capacho da direção do Banco do Brasil em Brasília, espalha o terror entre os trabalhadores

Fachada do Banco do Brasil no centro do Rio de Janeiro.

Na agência do Banco do Brasil Praça do Relógio, localizada em uma das cidades satélites da Capital Federal, em Taguatinga, o gerente geral está espalhando o terror entre os funcionários, terceirizados e estagiários. Recentemente, o gerente capataz, demitiu uma funcionária terceirizada da limpeza, que executou serviços para o banco durante 25 anos, com a justificativa idiota de que a mesma “era muito velha”. O carrasco, sem a menor desfaçatez, nem levou em consideração que a senhora é arrimo de família sustenta quatro filhos e vários netos; no caso da sua declaração todos farão torcida para que o exemplo dele seja seguido assim que ele ficar “velho” leve um pé no seu traseiro.

Entre os funcionários a opinião é unânime em relação às ameaças e perseguições para aqueles que não atingirem as metas de vendas de produtos bancários, ou mesmo para aqueles que por um acaso tenham se atrasado a hora da entrada ou do almoço (os trabalhadores estão obrigados a devorar o seu almoço em apenas 15 minutos “concedidos” pelo carrasco, e pior, no horário que ele bem desejar). Além disso é extremamente antipático em que nem bom dia deseja às pessoas, vive reclamando do setor de tecnologia do banco que não é eficiente, que só sabe cobrar serviço sem dar as condições adequadas para a execução, e que fica só reclamando do serviço alheio sem saber fazer qualquer tipo trabalho relacionado aos serviços bancários.

A atitude do gerente carrasco da Praça do Relógio não é um fato isolado, sistematicamente os funcionários, terceirizados e estagiários do Banco do Brasil, por um motivo ou outro estão sob as ameaças dos capatazes da direção golpista do BB. Com o golpe de Estado aumentou consideravelmente o número de denúncias referente aos ataques aos trabalhadores nas dependências do banco.

Os trabalhadores bancários não devem aceitar esse tipo de tratamento dispensado pelos carrascos que estão sob as ordens dos golpistas que hoje ocupam a direção do banco. Devem organizar imediatamente uma forte resistência para barrar a ofensiva dos banqueiros e seus governos.