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Um urubu sobrevoa o Brasil – a podridão do alckimismo. Todas as forças do primeiro mundo unem-se, numa Santa Aliança, para elegê-lo: a CIA e o FMI, o Mercado e Wall Street, Sérgio Moro e a Globo.

Geraldo Alckmin tem um projeto para o Brasil: privatizações e seus sinônimos: PPP, concessão. Ao Estado, resta aquilo que é, segundo ele, essencial: segurança (leia-se repressão), educação e saúde.

Geraldo Alckmin faz ameaça ao Brasil
A prova da ameaça de Alckmin ao Brasil

Mas Geraldo Alckmin, como Governador de São Paulo, não cuidou de nada disso. Quanto à segurança, tudo que fez foi aparecer no programa do Datena. Deu espaço para o PCC em São Paulo e transformou essa organização num Estado paralelo. Quanto à educação, fechou vaga nas escolas, cortou milhares de cargos do magistério público, paga um dos piores salários para os professores, roubou merenda das crianças, cortou verbas das universidades e de pesquisa. Quanto a saúde, não é preciso nem falar: trouxe de volta doenças que estavam erradicadas e transformou os hospitais públicos em verdadeiros matadouros.

Agora, apresenta um programa de governo neoliberal para o Brasil. E ameaça: vou fazer no Brasil aquilo que fiz em São Paulo. Mas nunca é demais rememorar: com seus planos de privatização (dos quais ele tanto se orgulha), a conta de luz aumentou assustadoramente (concessão); o mesmo aconteceu com o gás (privatização); e com a água (concessão). Resultado: o Estado de São Paulo passou por uma crise hidrológica sem precedentes na história e, até hoje, falta água na Capital do Estado. A noite, em diversas regiões da capital, só sai um fio de água das torneiras.

Mas, falemos da principal bandeira de campanha de Alckmin, o metrô de São Paulo. É a obra mais cara e vergonhosa do mundo. O Metrô de São Paulo, depois de um quarto de século de governos do PSDB (partido de Alckmim), está do tamanho do metrô de Vancouver, cidade canadense de pouco mais de 600 mil habitantes e menor do que o do Porto, em Portugal (cidade com pouco mais de 200 mil habitantes).

O metrô de Xangai, por exemplo, começou a funcionar em 1993 (o de São Paulo, vinte anos antes) e tem 338 estações, contra 72 de São Paulo. E um detalhe: a maioria das estações foi inaugurada em ano de eleição.

O urubu do alckmismo apesenta para o Brasil um programa cheio de eufemismos. Em vez de dizer que vai mandar matar, fala em aumentar a segurança; em vez de dizer que a conta de luz, de água e de gás vai aumentar, fala em privatizações, Estado ineficiente; em vez de dizer que o povo da Capital vai amargar sabe-se lá quantos anos em ônibus lotados, fala de expansão do metrô e em concessão de linhas, etc.

Concessão, na verdade quer dizer: o Governo paga e o empresário lucra. Mas, numa coisa ele tem razão: é sobre a eficiência do Estado. Qualquer Estado governado por partidos como PSDB e PMDB não tem como ser eficiente. Políticas liberais nunca foram eficientes. Nunca resolveram problemas de transporte, de moradia, de saúde e de segurança. A única coisa para que servem é para aumentar o ganho de uma meia dúzia de pessoas e para transferir dinheiro de país pobre para país rico.

Dizer que um Estado é ineficiente é estupidez. É falta de lógica. É ofender a inteligência de quem houve esse disparate. Um Estado pode ou não ser eficiente, depende de quem o administra. E da mesma forma que um Estado pode ser ineficiente, uma empresa privada de serviços públicos também o pode.

Mas, o que acontece quase sempre é que, quando a empresa privada começa da dar sinais de ineficiência no serviço público, o Estado a socorre com toda a sua eficiência.

Geraldo Alckmin, no entanto, além de sem-vergonha e antipático, pode vencer as eleições, se for candidato à presidência. Afinal, burlar uma urna eletrônica é tarefa fácil para as agências norte-americanas que mandam hoje no Brasil. Na verdade, é fácil para qualquer um. E se ele for eleito, só temos uma coisa a dizer:

Brasileiros de todos os Estados, fugi-vos.

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