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Há poucos dias, ocorreu no bairro de São Cristóvão no Rio de Janeiro, mas uma palestra de um representante da alta cúpula militar em uma loja maçônica.

Desta feita, o representante militar era nada mais nada menos do que o general Etchegoyen, Ministro-Chefe do Gabinete Institucional da Presidência da República e, ao que tudo indica, a figura que determina a política do governo Temer, pelo menos no que diz respeito à política das Forças Armadas para a área de ‘segurança’, leia-se: a manutenção da ‘paz e da ordem’ social diante do aprofundamento das contradições do golpe de Estado e do repúdio popular cada vez maior ao governo golpista de Temer e a todas as medidas de destruição tanto das conquistas sociais do povo trabalhador, como da economia nacional.

Nunca é demais relembrar que foi o discurso de um outro general, o Mourão, também em uma loja maçônica, onde foi explicitado a posição militar de aprofundar a participação política das Forças Armadas no país, inclusive com a possibilidade real de uma intervenção militar no país.

Diante dos fatos que se sucederam, temos que admitir que se existe uma verdade, essa é a de que Mourão e outros militares apontaram a perspectiva de uma intervenção militar, não estavam blefando.

Na realidade, a intervenção militar começou a ser esboçar pelo menos desde o início de 2017 com a intensificação das chamadas operações de “Garantia da Lei e da Ordem”, verdadeiros exercícios militares de tomada de poder, ocorridas em dezenas de lugares por todo o país e que tomaram maior projeção com a ocupação de comunidades do Rio de Janeiro.

O que foi colocado em prática foi o que o próprio general Mourão afirmou na palestra, que o método das “aproximações sucessivas”, ou seja, cada vez ir aprofundando o controle militar sobre a situação de conjunto. A ocupação militar do Rio em fevereiro passado.

Fica aqui um alerta para todos os setores que se preocupam com a iminência de um golpe militar no país. O que foi discutido na palestra com o General Etchegoyen está sendo mantido em sigilo pelos participantes, mas temos que ter presente que esse general está na linha de frente da política dos militares para o país.

Mais do que nunca se coloca a questão de uma intensificação da campanha contra a ocupação militar do Rio de Janeiro. Apenas uma massiva campanha que mobilize de fato amplamente a população será capaz de derrotar o golpe e impedir um novo 1964 no país.

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