Arte Revolucionária
“O que queremos: a independência da arte – para a revolução; a revolução – para a liberação definitiva da arte”
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O homem, controlador do universo, mural pintado por Diego Rivera (1943). | Reprodução

Dentre as diferentes frentes de intervenção do Partido da Causa Operária, expressas pelos seus coletivos setoriais, como o Coletivo de Mulheres Rosa Luxemburgo; Coletivo de Negros João Cândido; a Aliança da Juventude Revolucionária; o GARI, Grupo por uma Arte Revolucionária Independente é o principal coletivo de cultura do partido.

O GARI surgiu da necessidade dos artistas de se organizarem politicamente, colocando sua arte a serviço da luta dos trabalhadores e das massas exploradas. O coletivo tem como objetivo buscar a criação de uma forma de arte que seja revolucionária e livre das amarras do capitalismo e de juntar os artistas que estão engajados na revolução e no ascenso da classe operária. Dessa forma, o grupo elabora e discuti a política e a arte de um ponto de vista teórico, mas principalmente organiza a intervenção artística de um ponto de vista prático.

As ações do grupo são fundamentas no programa da “Federação Internacional da Arte Revolucionária Independente”, proposta no manifesto “Por Uma Arte Revolucionária Independente”, de julho de 1938. O manifesto criado por León Trótski, pelo poeta e fundador do movimento surrealista, André Breton e pelo pintor muralista mexicano Diego Rivera, é entendido como o grande e definitivo programa político revolucionário para a arte e para os artistas.

As ideias contidas no manifesto não só são atuais, como se mostram mais que necessárias diante da escalada da direita fascista ao poder: “O que queremos: a independência da arte – para a revolução; a revolução – para a liberação definitiva da arte”.

Como conclama o grupo GARI:

“Cabe aos artistas de hoje cerrar trincheiras contra a necrose que corrói o planeta e impede que centenas de milhões de pessoas possam usufruir das mais elementares condições de existência…

Os artistas dos novos tempos não devem fechar seus olhos às mazelas do mundo. Ao contrário, devem deixar fluir através de si a dor e a revolta profunda em que vive a humanidade de hoje…

Chamamos todos os livres criadores a estabelecer vínculos entre si, não sobre bases puramente formais, mas sobre uma amizade verdadeiramente sólida, tendo em comum uma determinada posição crítica e radical frente a todas as imposições contrárias à vida e ao seu livre desenvolvimento”.

Com esses trechos do Manifesto do GARI, publicado na revista Breton n°1, de 2011, convidamos toda a classe artística e demais interessados, a se unir ao Coletivo GARI e somar-se a luta pelo seu direito à sobrevivência e por uma arte livre e revolucionária.

Os coletivos organizados pelo partido são abertos para a participação de todos interessados, que são mili­tantes do PCO ou não. Todos se reúnem aos sábados, às 16h. As reuniões são por vídeo chamada.

Para participar do Grupo por uma Arte Revolucionário Independente, o GARI, entre em contato com o companheiro Henrique Áreas pelo seguinte número (11) 98427-2254.

Estamos também no Facebook: Coletivo de cultura do Partido da Causa Operária

 

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