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Paulinia
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Isolado, o Sindipetro-MG, um dos poucos sindicatos que não havia acatado a decisão da Federação dos Petroleiros (FUP) de suspensão da greve de 72 horas, encerrou, também, o movimento na Refinaria Gabriel Passos (Regap) e na Termelétrica Aureliano Chaves em assembleia na manhã desta sexta-feira (1º).

A posição da FUP em suspender a greve veio depois que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) acatou solicitação da Advocacia Geral da União (AGU) e aumentou de R% 500 mil para R$ 2 milhões a multa diária a ser aplicada aos sindicatos por dia de greve. A medida ditatorial do tribunal ainda ameaçou o movimento com a criminalização dos seus dirigentes.

O que ocorreu com o petroleiros é a demonstração de que o direito de greve foi abolido com o golpe de Estado. O que os trabalhadores vivem no momento atual é a imposição ditatorial do judiciário, esse poder que é um dos principais instrumentos do golpe no país, verdadeiro serviçal do imperialismo norte-americano.

O que ocorreu com os petroleiros deve ser a tônica para as greves que fatalmente ocorrerão no próximo período, inclusive a greve por tempo indeterminado já aprovada pela FUP. O problema central que se coloca para os trabalhadores e suas organizações é o que fazer diante da imposição ditatorial do Estado golpista, que encontra-se cada vez mais acuado diante  da evolução da crise econômica e política.

No entender desse diário, foi um erro de avaliação dos companheiros da federação em recuar diante dos golpistas. Com a polarização crescente no país, a FUP e a CUT deveriam fazer um chamado à ampliação do movimento com a solidariedade de outras categorias, apontando para a greve geral como o principal instrumento para derrotar o golpe e todas as suas medidas.

Diante da grave crise por que passa o país, a questão da greve geral é um problema chave do ponto de vista do trabalhador no sentido de colocar o movimento na ofensiva contra os golpistas. Em que pese toda a situação de crise, a direita ainda está com o controle da situação e um exemplo disso foi justamente as medidas adotadas contra a greve dos petroleiros.

Inverter a situação e passar à ofensiva contra o golpe é um condição fundamental para as lutas que ocorrerão no próximo período. Clareza do que está em jogo e decisão são qualidades fundamentais para uma política combativa por parte das direções do movimento operário.

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