Maior acervo da América Latina
“A Cinemateca está sem dinheiro nem para pagar a luz. E isso pode comprometer a memória cinematográfica do País.” Roberto Gervitz
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Roberto Gervitz na manifestação SOS Cinemateca | Foto: Papo de Cinema

“A Cinemateca está sem dinheiro nem para pagar a luz. E isso pode comprometer a memória cinematográfica do País,” diz Roberto Gervitz, representante da APAC (Associação Paulista de Cineastas) em protesto na manifestação SOS Cinemateca, com outros profissionais do audiovisual brasileiro, que se reuniram em frente à Cinemateca Brasileira, na Vila Mariana, em São Paulo. Os manifestantes protestaram nesta quinta-feira, dia 04, contra o vandalismo que o governo fascista de Jair Bolsonaro, junto com seus apoiadores golpistas vem promovendo contra a cultura no país e ,nesse caso, contra a maior instituição de preservação do audiovisual no país.

Conta, também, o cineasta e um dos organizadores do evento, Roberto Gervitz que: “A Cinemateca Brasileira está na UTI a sete anos”. O prédio onde abriga a instituição, está ameaçado de ter sua energia elétrica cortada, podendo perder o importante acervo de películas, pois os filmes não poderão permanecer na refrigeração adequada, podendo perder o maior acervo audiovisual da América Latina, podendo também sofrer com a demissão de funcionários e o atraso no pagamento dos salários, nos fazendo entender o cenário caótico que se encontra a cultura brasileira e que chama a atenção do mundo inteiro.

O protesto surgiu para chamar a atenção sobre a situação da Cinemateca Brasileira que tem andado à míngua, que reuniu cineastas, funcionários e cinéfilos. É um descaso com a cultura e a memória de um país, promovendo um vandalismo por parte de governo bolsonarista e pelo próprio sistema capitalista que nos encontramos e vem de anos destruindo tudo que é ligado a arte e a cultura no mundo inteiro, não só no Brasil. Pois segundo a organização do ato, em manifesto postado nas redes sociais, “a Cinemateca Brasileira passa por sua maior crise desde a sua fundação a 7 de outubro de 1946”.

Em um governo autoritário que nos encontramos, pois não estamos em uma democracia, a arte fenece enquanto o regime fascista se consolida e no quadro que se encontra a única expressão que tem é uma espantosa  mediocridade estéril da arte, com uma doutrina oficial da ditadura disfarçada de democracia que o país se encontra.

Mas a partir do momento em que o capital está bem implantado na humanidade e a arte refém da iniciativa privada, sem nenhum arbítrio dos indivíduos, gênios ou não. Em contrapartida, com os movimentos que tem surgido no mundo inteiro, a inovação artística se dá muito bem nas temperaturas revolucionárias, e, como diria Trótski, sobre ela, se levantarão novos cumes.

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