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O Sindicato dos Trabalhadores da Universidade de Campinas – STU – decidiu, através de assembleia geral, deflagrar greve a partir do dia 22 de maio. A entidade sindical, que congrega todos funcionários da universidade estadual, tais como, patrulheiros, técnicos administrativos, docentes, e terceirizados, reivindica aumento salarial para docentes e técnicos administrativos na ordem de 12,6%.

 

Todavia, o pleito da categoria não encontrou ressonância junto ao Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas – Cruesp -, posto que o colegiado aprovou um aumento de apenas 1,5% para Unicamp, USP e Unesp, levando o STU a confirmar o movimento paredista para esta terça-feira.

 

Em que pese o agendamento de novas rodadas de negociação, os trabalhadores das universidades públicas precisam ter em mente que esta é a política do governo do PSDB em São Paulo, qual seja, asfixiar o ensino público. É imperioso articular uma greve forte de toda categoria estadual a fim de derrotar essa astúcia que vai contra a classe trabalhadora e os interesses da população. Outrossim, é necessário que os trabalhadores da educação, no seu conjunto, unifiquem-se face a essa política reducionista que os governos federal e estadual tentam impor. À greve!

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