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IBGE: 70 milhões estão desempregados ou subempregados

Omissão do governo fascista

Funai sob Bolsonaro, cúmplice dos assassinatos de indígenas

Não podemos esperar que o Estado ou a Funai resolvam a situação

Guardia indigena – Foto: Talento Chocoano –

O Estado e a Funai, que outra vez, se omitem de apurar assassinatos contra populações indígenas, sequer tem como política defender e demarcar as terras indígenas, fundamentais para a preservação dessas etnias que se encontram em total abandono, sem condições mínimas de saúde, alimentação e preservação cultural.

É sabido que os conflitos de terra remontam ao início da colonização europeia e até hoje não houve por parte dos governantes disposição de resolver. Quem não se lembra dos conflitos entre pequenos agricultores e latifundiários onde sempre os perdedores foram os pequenos agricultores e indígenas que além das terras, também perderam a vida.

Todos os países que fizeram a revolução burguesa, realizaram quase que de imediato a reforma agrária, fundamental para o desenvolvimento do sistema capitalista uma vez que latifúndios geram produções voltadas para a exportação e não privilegiam mercados internos, prejudicando a acumulação de capital interna com a escassa produção de alimentos necessários à manutenção da classe operária e não criam condições para o desenvolvimento de indústrias que são o carro chefe para o desenvolvimento burguês.

Na ânsia por aumentar o espaço da terra para cultivo, em geral de produtos para exportação, como milho, algodão e soja, além de extração de minérios, os latifundiários não respeitam terras demarcadas, invadindo e tomando a força de bala. Esse é o quadro do campo no país que se arrasta ao longo de séculos, com total apoio do governo. Os últimos levantamentos sobre a situação da propriedade fundiária datam de 1975 mais ou menos e até hoje não foram atualizados, sendo que naquela época a concentração da propriedade já era gigantesca. A consequência dessa situação é a fome, miséria e várias doenças que afetam os pequenos agricultores, indígenas, trabalhadores do campo e das cidades.

Vê-se que não podemos esperar nada de governos capitalistas, que já provaram que não ter intenções de resolver o problema da posse e propriedade da terra, não se importam com a população que vier a morrer em função do problema, resta-nos então como resposta à crise a criação de movimentos de união dos povos indígenas e camponeses, formando comandos de proteção e vigilância garantindo que sejam respeitadas as atuais demarcações, desfazer atos que levaram a perdas de territórios ao longo dos últimos anos, deliberar políticas de garantias mínimas de sobrevivência, lutar pela reforma agrária com o fim dos latifúndios, visando a extinção da propriedade privada da terra e dos meios de produção.

Não podemos esperar que o Estado ou a Funai resolvam a situação, já deixaram claro que não farão, devemos nos organizar para conquistar melhores condições de vida, ou sofreremos as consequências de um estado burguês fascista que permite tudo à elite e tira tudo o que puder do trabalhador seja do campo ou da cidade.

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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