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Da redação – Geraldo de Azevedo denuncia o general Mourão como um dos torturadores na época da ditadura militar iniciada com o golpe de 64. Geraldo declarou sua aversão ao general e ao avanço do fascismo em seu show realizado nessa segunda-feira em Jacobina (BA).

“Olha, é uma coisa indignante, cara. Eu fui preso duas vezes na ditadura, fui torturado, você não sabe o que é tortura não. Esse Mourão era um dos torturadores lá” denunciou o Geraldo, completando com “O Brasil vai ficar muito ruim se esse cara ganhar”.

A declaração de Azevedo deixa ainda mais claro a gravidade da situação política brasileira. Mesmo em contramão a hipótese eleitoral de  “democracia contra barbárie”, entende-se que a opção pelo fascismo, na realidade, já está crescendo como tendência do Estado burguês.

Com o Supremo Tribunal Federal (STF) e o governo federal já controlados pelos generais Costa e Silva e Villas Boas, com 72 militares eleitos pela fraude eleitoral de 2018 para a câmara e com a ação decisiva das Forças Armadas para a retirada de Lula das eleições, a “Linha dura” da direita ganhou poder no país.

Esse apoio de grande parte da burguesia é refletido na chapa Bolsonaro-Mourão, hoje aceita pelos golpistas como a chapa oficial do golpe. A escolha pelo fascismo é institucional, mostrando que o combate a essa tendência não pode se dar pelas mesmas vias que ele é criado. O fascimo deve ser combatido nas rias, com a palavra de ordem “Fora Bolsonaro e todos os golpistas”, criando comitês de autodefesa para que a esquerda reaja a altura dos ataques que já tiraram a vida de diversos companheiros engajados na luta social no país.

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