A data base dos trabalhadores nas indústrias de carne e frios é primeiro de novembro. Foram realizadas apenas três reuniões na base de São Paulo e os patrões apenas colocavam que não ofereceriam mais do que a famigerada inflação do período que, em novembro, estava em 4%.

Os patrões, ainda, ignoravam a campanha salarial anterior, referente ao período 2017/2018, não assinada pelos trabalhadores em virtude da miserabilidade dos patrões que praticamente se recusaram a reajustar os salários e queriam, ainda, retirar direitos históricos dos trabalhadores.

Os trabalhadores não abrem mão de seus direitos e exigem dos patrões a imediata abertura das negociações.
Desde a primeira quinzena de dezembro, quando os patrões saíram de férias até agora, não houve nenhuma reunião, uma verdadeira afronta aos trabalhadores.

Essas são as reivindicações dos trabalhadores nas indústrias de carne, derivados e do frio:
– Salário mínimo de R$ 4.000,00, um salário que contemple as necessidades dos trabalhadores e de suas famílias.
– 39,50% de reposição de todas as perdas salariais, desde o governo Fernando Henrique Cardoso;
– 35 horas semanais sem redução nos salários;
– Cesta básica de 45 kgs para todos os trabalhadores e
– Convênio médico gratuito para o trabalhador e toda sua família

Os trabalhadores não aceitam nenhuma manobra dos patrões, nada de protelação, pela imediata reabertura das negociações.