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São mais de quatro acidentes a cada hora e 214 mortes por ano, segundo dados do Observatório Digital da Saúde e Segurança do trabalho, órgão do Ministério Público do trabalho (MPT). Essas são as estatísticas do verdadeiro moedor de carne humana que é a indústria brasileira.

Foi registrado, no período de 2012 a 2017 um total de 231.586 Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT), respondendo por 7,65% das ocorrências em todo o país e com uma média de 106 ocorrências por dia.

No mesmo período, foram 105.133 afastamentos previdenciários decorrentes de acidentes e doenças do trabalho.

O frigorifico é um dos responsáveis por esta tragédia, é o segundo principal setor em relação aos acidentes, tanto com afastamento, bem como com mortos.

Segundo o Observatório, com relação aos tipos de lesão, cortes e feridas contusas aparecem em 20,9% dos registros de acidente, seguida de perto pelos casos de fratura (18,32%) e esmagamento (16,65%).

A maior parte dos acidentes entre 2012 e 2017 foram causados por máquinas e equipamentos (15%), atividade em que as amputações são 15 vezes mais frequentes e que geram três vezes mais vítimas fatais que a média geral. Esses são os números levantados:

  • Atividades de atendimento hospitalar 19.332 (8,35%)
  • Abate de suínos, aves e outros pequenos animais 12.923 (5,58%)
  • Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – hipermercados e supermercados 8.513 (3,68%)
  • Transporte rodoviário de carga 6.321 (2,73%)
  • Construção de edifícios 5.842 (2,52%)
  • Atividades de Correio 5.050 (2,18%)
  • Administração pública em geral 4.705 (2,03%)
  • Restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas 3.889 (1,68%)
  • Captação, tratamento e distribuição de água 2.982 (1,29%)
  • Desdobramento de madeira 2.834 (1,22%)
Fonte: Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, Número de mortes no Estado cresce 13,6% entre 2016 para 2017.
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