Repressão
Governo francês intensifica repressão contra as manifestações dos coletes amarelos
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A protester wearing yellow vest, a symbol of a French drivers' protest against higher fuel prices, gestures during clashes on the Champs-Elysees in Paris, France, November 24, 2018. REUTERS/Benoit Tessier
Manifestação dos coletes amarelos Fonte: Agência Reuters |

O movimento dos coletes amarelos na França começou em outubro de 2018 e desde então é um fator fundamental na luta de classes naquele país. O movimento teve inicio com o anúncio de progressão de impostos sobre os produtos energéticos de origem fóssil e sobre emissão de carbono, as reformas fiscais e sociais propostas pelo governo Macron, impactando diretamente as condições de vida dos explorados, em particular os imigrantes.

É uma luta de classes. Os trabalhadores demonstram estarem bastante afetados pela redução do poder de compra e aumento do custo de vida, especialmente nas áreas rurais e em zonas periféricas.

Os manifestantes vão as ruas exigirem seus direitos de cidadãos franceses e pedem o Fora Macron.

Foi durante uma das manifestação, que uma granada da polícia explodiu atingindo o rosto de um fotógrafo que estava a registrar os fatos ocorridos nas ruas .

Fato é que a crise continua e que a polícia está cada vez mais violenta ganhando espaço e atacando o povo em espaço público. O fascismo acelera sua fome de aniquilar a população carente. A polícia, instituição fascista, ganha fôlego incentivada pela política golpista e imperialista que que se expande no mundo.

O povo é atingido com bombas de efeito moral, granadas , fuzis, cacetetes, carros tanques num confronto desigual. É preciso armar o povo para o enfrentamento nas ruas.

Os movimentos aumentam em todo o mundo. O povo está a se levantar em cada canto do espaço terrestre contra o fascismo imposto. A luta de classe se acirra demonstrado na reação dos explorados.

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