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O quarto e penúltimo dia do XXV Foro de São Paulo que se encerra hoje, em Caracas, foi marcado por uma grande marcha e manifestação popular no centro da capital venezuelana, em apoio ao Encontro e à unidade da esquerda latino-americana e de todo o mundo contra as agressões imperialistas à Venezuela.

Participaram do ato colunas de vários bairros e movimentos sociais de Caracas, organizações operárias e uma expressiva coluna de milicianos populares, além das centenas de integrantes das delegações internacionais que participam do Foro.

Em muitas das colunas destacavam-se as baterias e os animados cantos de “gritos de guerra”contra o imperialismo e em defesa da Venezuela. Boneco e cartazes de Chaves, além inúmeras faixas se destacavam em meio a um imenso mar de vermelho que cobriu a Avenida México.

No ato falaram representantes de diversas delegações internacionais, destacando-se, dirigentes da esquerda da Colômbia, Porto Rico, Cuba, Bolívia, Palestina e da África do Sul, representada pelo dirigente do CNA – Congresso Nacional Africano – e neto de Mandela.

Mais uma vez, como em todo o encontro, destacou-se ausência dos principais dirigentes políticos da esquerda de alguns países que, tiveram participação destacada em outras edições do Foro, como os principais dirigentes do PT (que sequer falou no ato), da Bolívia (o governo de Evo Morales, enviou uma delegação) e do Uruguai. Uma situação que evidencia uma capitulação diante da campanha da direita desses países e do imperialismo contra a Venezuela e contra o próprio Foro de São Paulo, mesmo com suas profundas limitações políticas no sentido de promover uma mobilização real dos trabalhadores e da juventude latino-americana e caribenha contra a ofensiva golpista e intervencionista do imperialismo em curso.

A intervenção mais importante e mais aplaudida do ato, foi a do presidente da Assembléia Constituinte da Venezuela e vice-presidente do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV),   Cabelo, que falou do bloqueio contra Venezuela por parte dos governo norte-americano, da resistência do povo venezuelano, da disposição de enfrentar a direita nas urnas, nas ruas e, se preciso, por meio das arma, e reiterou a necessidade de unidade da esquerda em todo o continente, para derrotar a ofensiva imperialista.

Além do ato, as atividades do terceiro dia do Foro, incluiram – entre outras – um painel sobre a luta das mulheres no continente, e mais uma vez, se verificou uma certa dispersão por conta da falta de um espaço centralizado de debates, com participação de membros do Encontro e convidados em que fosse possível apresentar as diferentes análises e propostas para levar adiante a luta dos povos explorados do Continente contra a ofensiva imperialista.

Os representantes do PCO no Foro, distribuíram aos participantes e no Ato, Declaração da direção partidária conclamando a uma mobilização internacional contra os ataques à Venezuela e Cuba e pela libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

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