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“Nada melhor do que a experiência prática”. Foi com esse entendimento que o conjunto de militantes que participou de manifestação contra a direita fascista em frente ao STF na última terça-feira, 20/03, deliberou em reunião após a manifestação a imediata criação do comitê antifascista do DF.

No decorrer da terça-feira, foi divulgado em alguns grupos de esquerda nas redes sociais, uma publicação assinada por grupos fascistas como o MBL, Vem Pra Rua, entre outras excrescências, chamando manifestação no STF em defesa da “manutenção da prisão em segunda instância”.

Imediatamente vários militantes começaram a repudiar e confirmar presença contra o ato fascista no STF.

No final da tarde vários companheiros com cartazes, faixas, bandeiras de partidos (PT e PCO) afrontaram os fascistas na praça o que levou a polícia a colocar uma barreira separando os dois grupos.

Para a militância presente algumas conclusões foram tiradas diante do ato fascista. Em primeiro lugar, há uma tentativa por parte da direita de retomar atividades de ruas em defesa da prisão de Lula, da perseguição à esquerda e da defesa do golpe militar. Nesse sentido, foi sintomático a manifestação fascista diante da notícia que a caravana de Lula havia sido atacada por latifundiários gaúchos e seus capangas, acobertados pela PM no Rio Grande do Sul.

Diante desses fatos e da constatação da limitação de uma ação mais efetiva contra os fascistas simplesmente através de chamadas nas redes sociais, os companheiros presentes realizaram uma plenária ao final da manifestação, que, por unanimidade, deliberou pela criação do Comitê Antifascista do DF.

Entre outras ações, foi definido como tarefas do comitê mapear as manifestações fascistas no DF e garantir a infraestrutura e a presença da militância para uma efetiva ação antifascista.

O entendimento do Comitê é o de que “as ruas são do povo, das suas organizações e dos seus partidos. Fascista não deve ser tratado como gente. Lugar de fascista é na latrina”.

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