Agressão imperialista
Tratado de defesa mútua entre os países da região é usado com a desculpa de proteger a América de agressões externas, mas o país agredido é a Venezuela, tratada como agressora
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FANB emitiu comunicado para rechaçar o TIAR. Foto: @PrensaFANB |

Da redação – A Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) condenou de maneira veemente a ativação do tratado Interamericano de Assistência Recíproca (TIAR) pela Organização dos Estados Americanos (OEA), atendendo à política criminosa do imperialismo contra a Venezuela.

Ontem (17), o ministro da Defesa do país sul-americano, Vladimir Padrino, leu o comunicado da FANB em Caracas, que destaca que “o TIAR é um instrumento anacrônico e falacioso, um subterfúgio desenhado pelo império norte-americano para garantir seus próprios interesses hegemônicos”.

A FANB também denuncia que esse tratado é uma “provocação irracional mediante a qual se pretende legalizar uma intervenção militar, cujo propósito é derrubar o governo legítimo de Nicolás Maduro, presidente constitucional da República Bolivariana da Venezuela”.

“Diante dessa nova investida imperial que viola com desfaçatez o princípio de autodeterminação e as normas elementares do direito internacional, a Força Armada Nacional Bolivariana reitera sua vocação pacifista, mas ao mesmo tempo ratifica com veemência seu caráter anti-imperialista e sua inquebrantável resolução de cumprir o juramento sagrado de honrar e defender a soberania e independência da pátria, até perder a vida se for necessário”, termina a nota da FANB.

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