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O capitalismo entrou em uma etapa de crise mais profunda a partir de 2008. Sem nenhum plano ou saída para lidar com a situação, os grandes monopólios econômicos imperialistas partiram para uma exploração mais intensa dos trabalhadores nos países atrasados e para um roubo em maior escala de seu patrimônio nacional, como empresas públicas, infraestrutura e recursos naturais.

Esse projeto de destruição contra os países atrasados e de ataques à classe trabalhadora só pode ser imposto à força e passando por cima, onde houver, dos governos nacionalistas burgueses que assumiram o poder graças à reação popular ao neoliberalismo no final dos anos 90. Esse e o sentido da onda de golpes que tomou conta dos países atrasados em todas as partes do mundo nos últimos dez anos, desde o golpe em Honduras até os recentes golpes na África do Sul e no Equador, passando por Egito, Ucrânia e o Brasil.

Os governos nacionalistas burgueses entram em contradição com a burguesia imperialista por sua defesa de interesses das burguesias nacionais. Essas burguesias são fracas, por isso esses governos apoiam-se nos trabalhadores por meio de concessões sociais, como os programas do PT do tipo do Bolsa Família, entre outros.

Na América do Sul, governos assim foram derrubados de diversas maneiras no Paraguai, Brasil, Argentina e Equador. Nesse quadro, a Bolívia e a Venezuela persistem resistindo às investidas golpistas do imperialismo. A venezuela tornou-se palco de uma batalha decisiva na região pela soberania nacional contra o imperialismo. Uma derrota imperialista na Venezuela pode levar à reversão do avanço neoliberal em toda a região.
Diante desse risco, os EUA apertaram o cerco contra os venezuelanos, chegando ao ponto de impor duras sanções econômicas no ano passado, impedindo americanos de comprarem títulos da dívida venezuelana e títulos da estatal de petróleo, PDVSA. Uma ofensiva econômica muito mais agressiva ainda do que as campanhas anteriores de desabastecimento e de ataque ao câmbio venezuelano.

Agora, o imperialismo está usando governos capachos da região para assediar a Venezuela militarmente. A própria marinha norte-americana cerca a Venezuela pelo norte, enquanto Colômbia e Brasil cercam pela terra. Por isso o governo vende-pátria de Michel Temer deslocou tropas federais para a fronteira com o pretexto de conter uma suposta onda de imigração. As tropas estão em Pacaraima, em Roraima, como uma permanente ameaça contra o governo de Nicolás Maduro no país vizinho e possivelmente para preparar ações contra a Venezuela, a serviço de interesses estrangeiros.

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