Um poço sem fundo
Mais um bolsonarista assume o Ministério da Educação, agora é fora Decotelli?
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Mais um, da mesma política contra o povo. | Reprodução/Facebook

Nesta quinta-feira (25), Jair Bolsonaro anunciou em seu perfil no Facebook, o nome do novo ministro da educação. Carlos Alberto Decotelli Silva, ex-comandante do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Edução durante 5 meses de 2019, assumiu o cargo com apoio expresso de Paulo Guedes e setores militares.

Decotelli vem a assumir o lugar do impopular Abraham Weintraub, após um ano como ministro. Este é o terceiro ministro da educação em apenas dois anos de governo, o primeiro, Ricardo Vélez, caiu logo nos primeiros três meses, torando-se nacionalmente conhecido por considerar o povo brasileiro uma “raça inferior”.

O novo ministro é oficial da reversa da Marinha, tornando-se mais um militar no comando dos principais ministérios do país. Atualmente, os militares já ocupam quase a totalidade dos mais importantes cargos no governo federal.

Decotelli, além de uma militar fascista, é também um economista neoliberal. Sua maior notoriedade até o momento foi ter gasto mais de um quarto de seu tempo de trabalho no FNDE com viagens para outras cidades, comprometendo por fim a execução de diversos projetos para educação básica do país.

O mesmo veio, sob a propaganda da imprensa burguesa, como um “novo nome” para repaginar o ministério que é visto com muitas suspeitas pela população. Abraham Weintraub, o último a ocupar o cargo, foi o criminoso responsável por diversos ataques à juventude e toda educação brasileira. Desde o impulso ao projeto fascistas “Escola sem Partido” às intervenções em dezenas de instituições federais, quebrando completamente qualquer autonomia das universidades e institutos federais.

Ao sair do cargo, além de menosprezar o povo brasileiro, tornou-se represente do Brasil no Banco Mundial em Washington (EUA), como um capacho direto do imperialismo norte-americano. O atual ministro busca com toda propaganda, por ser negro e supostamente mais “moderado”, dar um ar de novos tempos.

Contudo, seu retrospecto mostra justamente o inverso. Decotelli é mais um fascista a assumir o cargo, uma substituição do alucinado Weintraub por um militar que ditará a mesma política porém sem muitas atitudes circenses. Para a UNE e demais representações estudantis que comemoraram como uma vitória popular a queda de mais um ministro, Decotelli é apresentado em uma forma de recado: há muita coisa pior a vir.

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