Fora Moro, Weintraub, Guedes, mas não Bolsonaro?

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Vamos supor que você esteja espirrando continuamente e resolva comprar e tomar um remédio para isso.

Para sua tosse, você compra um xarope.

Para sua dor de garganta, você compra umas pastilhas.

Para sua febre, você toma um banho frio.

Para suas dores pelo corpo todo, você arruma um gel e faz massagens.

E por aí vai.

A cada sintoma, você procura um alívio para aquele desconforto, individualmente.

Mas eles voltam ou são substituídos por outros desconfortos.

Você gasta muito dinheiro em remédios e tempo, meses, tossindo, fungando, se arrastando, se enganando que o novo chá que lhe receitaram vai resolver alguma coisa ou uma oração ou reza poderosa que aprendeu vai fazer milagre.

Você se entope, se entorpece, fica esperando uma mágica em vez de atacar a doença, do qual todo o resto é sintoma.

Tem lógica isso?

Essa situação é semelhante ao que o PT está propondo para o paciente Brasil.

Em assembleia na USP e no ato do último dia 14, representantes do PT defenderam a queda dos ministro de Bolsonaro, como Moro, Guedes e Weintraub… mas não do próprio Bolsonaro, como se eles fossem problemas autônomos e não pudessem ser substituídos por outros tão ruins quanto ou piores, como aconteceu com Velez.

De que adianta derrubar os ministros?

Tem muitos generais e olavistas no banco de reservas.

Os petistas junto com o PSOL alegaram que Bolsonaro ainda tem popularidade para se manter no governo, algo totalmente fora da realidade.

E o Brasil segue de cama.

Fora doença! Queremos o Brasil saudável de novo já!