Fora Macron: presidente francês reclama de violência dos “coletes amarelos”, mas preço de combustíveis continua a aumentar

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Da redação – O aumento do preço dos combustíveis foi o ponto primordial para desencadear uma crise política generalizada na França. O movimento dos coletes amarelos, que surgiu espontaneamente desta crise política, já dura há mais de três meses e mesmo assim, apesar do recuo do governo em alguns aspectos, os preços continuam a aumentar.

O presidente Emmanuel Macron, entretanto, apesar da situação crítica da população francesa, dedicou-se a criticar as manifestações dos coletes amarelos, durante um almoço com políticos da região leste do país. O presidente do país disse: “É preciso declarar que os que participam de manifestações violentas são cúmplices do pior”.

A declaração de Macron revela seu caráter totalmente antidemocrático. A violência dos manifestantes é justamente uma reação contra os ataques exercidos pelo presidente, sob ordem dos banqueiros franceses. Porém, a campanha “contra a violência” é uma forma do governo de atacar e perseguir as manifestações. Macron decidiu apoiar os policiais que estão atacando a população nas ruas.