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Contra a reforma da Previdência golpista de João Doria, uma manifestação histórica tomou na  tarde da última quinta-feira uma grande parte do centro de São Paulo, professores, funcionários da educação, da saúde, da vigilância sanitária entre outros  somaram cerca de 100 mil profissionais, sendo a grande maioria da educação da rede municipal de ensino para protestar em frente à Câmara Municipal contra o Projeto de Lei nº 621/2016, que institui o Regime de Previdência Complementar/Sampaprev e aumenta a contribuição previdenciária dos servidores municipais de 11% para até 19%.

A multidão que se reuniu no centro de São Paulo em frente à Câmara Municipal, foi estimulada, além dos ataques da própria Sampaprev, pela solidariedade e demonstração de que os servidores não vão ceder à repressão, como a ocorrida na tarde anterior, onde marcados por brutal desrespeito e violência cometidos pela Guarda Civil Metropolitana, a guarda fascista de Doria e pela Tropa de Choque Nazista de Alckmin na quarta-feira (14/03) despejaram mais de uma centena de bombas contra os servidores,  que transformou a frente da Câmara num verdadeiro campo de guerra, parecido com a Palestina, onde só um dos lados está armado, o lado dos inimigos do povo. Tal ataque deixou muitos feridos por bombas de efeito moral e balas de borracha –, mas não intimidaram os servidores que continuaram lutando por seus direitos e exigindo a retirada do PL da Câmara. Tal resistência mostrou a todos que a única resposta possível contra a retirada de direitos é a da mobilização.

Com palavras de ordem contra o governo Doria, e seu Projeto de Lei, assim como contra Fernando Holiday, o capataz do prefeito almofadinha milhares de profissionais de educação já se encontravam em frente à Câmara no período da manhã, para pressionar os vereadores a votar em favor do funcionalismo municipal e dos serviços públicos.

Os milhares de professores e servidores da educação municipal realizaram assembleia e ratificaram por unanimidade a continuidade da greve até a retirada total do projeto de reforma da previdência, após acompanharam a audiência pública por meio dos carros de som. A assembleia definiu  a realização de nova manifestação e assembleia na próxima terça-feira, 20 de março, às 14 horas, em frente à Câmara dos Vereadores. Neste dia as Comissões de Finanças e Orçamento e de Administração da Câmara devem votar os pareceres do PL nº 621/2016. No entanto, os professores tem que ficar atentos, pois novo golpe pode ocorrer e serem antecipados os trâmites, na tentativa golpista de impor o aumento nos descontos previdenciários e consequentemente a redução salaria em até 10% de toda categoria.

Os 100 mil servidores aprovaram para o final da assembléia passeata pela avenida 23 de Maio, o corredor de maio fluxo viário da capital paulista, transformando a avenida num mar de gente que por dezenas de vezes gritaram em alto e bom som, o repúdio à João Dória e ao filhote de fascista Fernando Holiday, com as palavras de ordem: “Fora Holiday!”, e “Fora Dória!”. O ato se encerrou na avenida Paulista, criticando os golpistas da Fiesp, amigos de João Dória e mostrando solidariedade à companheira Marielle Franco, e repudiando o que tudo indica um assassinato político militar. Os servidores mostraram verdadeira disposição de luta e que vão para cima dos fascistas da prefeitura de São Paulo.

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