Fora Bolsonaro: pediatra que hostilizou cubanos assumirá secretaria que cuida do Mais Médicos

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Da redação – A médica pediatra direitista, Mayra Pinheiro, contrária ao programa Mais Médicos, como bolsonarista que é, está sendo apontada para assumir a liderança do programa dentro do governo golpista de Jair Bolsonaro (PSL).

A médica fascista é contra a parceria com a melhor medicina do mundo, que trouxe cubanos para irem aos rincões do Brasil, onde os médicos burgueses e pequeno-burgueses brasileiros, como ela, nunca foram por desprezarem o povo pobre.

Mayra ganhou projeção e foi convidada pelo futuro ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), para assumir a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (STGES).

A médica confirmou  e aceitou o convite em post no Facebook nesta quarta-feira (5), dizendo: “trabalharei incansavelmente ao lado do ministro Luís Henrique Mandetta, para melhorar a saúde pública no meu país”.

Porém, se tem algo que esses direitistas irão fazer, é destruir a saúde da maioria da população, a classe trabalhadora, privatizando o SUS, como já estão articulando abertamente, para voltar a matar a população pobre, especialmente a nordestina, que nesses governos neoliberais vivem na miséria completa.

Vale lembrar alguns fatos para demonstrar a política desses bolsonaristas que adentram no governo. Primeiramente que o programa está sendo abandonado por esses, as vagas não estão sendo assumidas pelos médicos brasileiros, principalmente as que ficam nos lugares mais afastados, como as periferias de São Paulo (capital) e o nordeste.

Segundo, que antes do governo de Lula, em 2002, grande parte do nordeste morria na miséria, passava fome, pois o governo de FHC nunca se interessou  em investir ali, e, logo, os mesmos nunca tinham sido atendidos por um médico.

O projeto de Bolsonaro para o Mais Médicos, na verdade, é a sua extinção. O eixo fundamental do programa sempre foi prestar atendimento nos locais mais isolados e carentes do país, coisa que foi feita apenas pelos cubanos. Com a expulsão dos médicos cubanos por Bolsonaro, o programa tende a extinguir.